TEXTO

“Surgirão muitos falsos profetas, que enganarão a
muitos; e, por causa do aumento do que é contra a lei,
o amor da maioria esfriará.”

Mateus 24:11, 12
Amauri Jr - dono e administrador do Blog

quarta-feira, 29 de junho de 2016

INACREDITÁVEL: DECISÃO DO STF VAI LEGALIZAR PROFISSÃO DE TRAFICANTE, DIZ PROMOTOR


A que ponto chegou a destruição moral do Brasil!

A decisão que reduziu a punição a réu primário por tráfico de drogas pôs promotores e defensores em lados opostos. Para Marcelo Barone, promotor criminal de São Paulo e professor de Direito Penal da Universidade Presbiteriana Mackenzie, a decisão do STF tem como "único objetivo esvaziar as prisões" no País e vai na contramão da política de combate ao tráfico de outros países. "O que o Supremo fez foi legalizar a profissão de traficante e promover o aumento da quantidade de pessoas recrutadas pelo tráfico. Isso é ruim, ainda mais neste momento de crise econômica."

Ele afirma que a medida deve reduzir em mais da metade o período de encarceramento de traficantes ou estimular a adoção do regime aberto. "Hoje, o traficante, não importante a quantidade de drogas, já fica, em média, um ano na cadeia. Com essa decisão, a pena dele cairá para três meses. Isso se a condenação não for ao regime aberto ou pena alternativa. Essa decisão vai aumentar o tráfico assustadoramente no País."

Já para o coordenador do Núcleo de Situação Carcerária da Defensoria Pública de São Paulo, Bruno Shimizu, há no País uma deliberada política de encarceramento, agravada em 2006 com a nova Lei de Drogas (11.343). Ele cita especificamente o problema feminino, usando dados do Infopen: houve aumento de prisões de 313,5% no número de acusadas por tráfico entre 2005 e 2014, de 4.228 para 17.483. Somente em São Paulo, o crescimento foi de 460,4% no mesmo período - de 1.432 (2005) para 8.025 (2014).

Para o defensor público paulista, o País prioriza a construção de presídios e pratica uma política "de enxugar gelo" para atender ao clamor social. "O sistema carcerário brasileiro já foi até condenado pela ONU (Organização das Nações Unidas), que considerou situação de genocídio", disse. "Temos 40% dos presos em prisão provisória, aguardando julgamento."

Para Shimizu, é necessário revisar essa legislação, como se fez inicialmente ontem, porque ela colocou o Brasil como o terceiro país do mundo (atrás apenas de Estados Unidos e China) em encarceramento. Ele usa como exemplo o parágrafo 4.º da Lei de Drogas. Para ele, ali não se veda o indulto, uma das ferramentas usadas no mundo para "desencarceramento" - como acontece na Rússia. Segundo ele, o que a lei veda é o instituto da graça (perdão concedido ao preso por mérito). "O Brasil prende muito, mal e ilegalmente."

Ele questionou ainda os custos do preso no sistema carcerário. "Nesses dados são incluídos de gasto com construção de presídio a salário dos servidores e do secretário." Segundo o defensor, um preso custa mensalmente cerca de R$ 200 com comida e R$ 17 com produtos adicionais. "Quem mantém o preso é a família", disse.

Juízes

Para Bruna Angotti, coordenadora do núcleo de pesquisas do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCRIM), a decisão do Supremo deve ainda "reduzir o peso da caneta dos juízes nas decisões" e contribuir para que mulheres presas por tráfico tenham direito ao indulto, em Natal e Dia das Mães. "Isso provoca um terrível efeito dominó extramuro, tanto no cuidado com os filhos como no sustento do lar."


Via: Folha Política

REGIME CHINÊS ASSASSINOU CERCA DE 1,5 MILHÃO PARA EXTRAÇÃO DE ÓRGÃOS, APONTA RELATÓRIO






Cirurgiões de transplante na China têm a sua disposição uma abundância de órgãos humanos. Alguns queixam-se de trabalhar turnos de 24 horas, realizando cirurgias de transplante em série. Outros tentam assegurar que haja órgãos de reserva disponíveis, recém-extraídos, em caso de rejeição. Alguns hospitais conseguem órgãos em poucas horas, enquanto outros relatam terem transplantado dois, três ou quatro órgãos estocados quando houve sucessivas rejeições.

Tudo isto vem ocorrendo na China há mais de uma década, sem que haja um sistema voluntário de doação de órgãos e apenas milhares de prisioneiros executados – pelo menos isso é o que a China afirma ser sua fonte oficial de órgãos. Em telefonemas, médicos chineses disseram que a verdadeira fonte dos órgãos é um segredo de Estado. Enquanto isso, praticantes do Falun Gong têm desaparecido em grande número, e muitos relataram terem sido submetidos a exames de sangue enquanto estavam em custódia das autoridades.

O relatório também informa que cristãos, tibetanos, uigures, ativistas de direitos humanos, dissidentes políticos fazem parte desta lista, porém, proporcionalmente, em menor quantidade.

Um relatório sem precedentes produzido por uma pequena equipe de incansáveis pesquisadores foi publicado em 22 de junho e documenta em detalhes, por vezes surpreendentes, o ecossistema de centenas de hospitais chineses e instalações de transplante que funcionam em silêncio na China desde cerca de 2000.

Coletivamente, estas instalações teriam a capacidade para realizar entre 1,5 e 2,5 milhões de transplantes ao longo dos últimos 16 anos, segundo o relatório. Os autores suspeitam que o número real seja de 60 mil a 100 mil transplantes por ano desde 2000.

“A conclusão final dessa atualização, e também de nossos trabalhos anteriores, é que a China está envolvida no assassinato em massa de inocentes”, disse o coautor David Matas durante o lançamento do relatório no National Press Club em Washington, D.C., em 22 de junho.

O estudo, intitulado “Bloody Harvest/The Slaughter: An Update,” (“Colheita sangrenta/A matança: Uma atualização”, tradução livre), se baseia em trabalhos anteriores dos autores sobre o tema. Lançado logo após a passagem de uma resolução no Congresso dos Estados Unidos, um ato de censura oficial à extração forçada de órgãos na China, a pesquisa coloca uma questão explosiva: Está ocorrendo um genocídio médico em grande escala na China?




David Kilgour (à esquerda), David Matas (centro) e Ethan Gutmann, autores do relatório “Bloody Harvest/The Slaughter: An Update.” (Simon Gross/Epoch Times)
Grandes lucros

O Hospital Geral do Exército da Libertação Popular (ELP), cuja principal tarefa é prestar atendimento de saúde para a alta liderança do Partido Comunista e da hierarquia militar, está entre os hospitais mais avançados e bem equipados na China. O número de transplantes de órgãos que este hospital realiza é um segredo militar, mas no início da década de 2000, sua divisão clínica, o Hospital 309, estava gerando a maior parte de seu dinheiro com cirurgias de transplante.

“Nos últimos anos, o centro de transplante tem sido a unidade de saúde mais rentável, com renda bruta de 30 milhões de yuanes em 2006 para 230 milhões em 2010, um crescimento de quase oito vezes em cinco anos,” segundo seu sítio da web. Isso é um salto de 4,5 milhões de dólares para 34 milhões de dólares.

O Hospital Geral do ELP não foi a única instituição de saúde a se deparar com esta oportunidade de negócio lucrativo. O Hospital Daping em Chongqing, afiliado com a Terceira Universidade Médica Militar, também conseguiu aumentar sua receitade 36 milhões de yuanes no final de 1990, quando apenas começou a realizar transplantes, para quase 1 bilhão em 2009, um crescimento de 25 vezes.

Mesmo Huang Jiefu, o porta-voz oficial do regime chinês para sua política de transplante de órgãos, afirmou à respeitada publicação de negócios Caijing em 2005: “Há uma tendência que o transplante de órgãos se torne uma ferramenta para os hospitais ganharem dinheiro.”

Como essas proezas notáveis foram alcançadas em tão pouco tempo em toda a China, quando não havia nenhum sistema voluntário de doação de órgãos, quando o número de prisioneiros no corredor da morte estava diminuindo, e para que os tempos de espera para pacientes que necessitavam de transplantes pudesse ser de semanas, dias ou até mesmo horas, é o assunto do novo relatório de 817 páginas.

“Esta é uma pesquisa extremamente difícil de fazer”, disse Li Huige, um professor no centro médico da Universidade Johannes Gutenberg de Mainz, na Alemanha, e membro dos Médicos Contra a Extração Forçada de Órgão (DAFOH), após revisar o estudo.

O relatório contém um registro forense de todos os centros de transplantação de órgãos conhecidos na China, mais de 700 deles, e contabiliza e descreve quanto leitos possuem, suas taxas de utilização, a equipe cirúrgica, os programas de treinamento, a aquisição de nova infraestrutura, os tempos de espera dos recipientes dos órgãos, os números de transplantes anunciados, o uso de drogas de antirrejeição, etc. Os autores, armados com estes dados, estimaram o número total de transplantes realizados em mais de 1 milhão.

Esta conclusão, porém, é apenas metade da história.

“É um sistema enorme. Cada hospital tem tantos médicos, enfermeiros e cirurgiões. Isso em si não é um problema. A China é um país grande”, disse o Dr. Li Huige numa entrevista por telefone. “Mas de onde vieram todos esses órgãos?”
Corpos em cativeiro

Órgãos para transplante não podem ser removidos de cadáveres e simplesmente colocados em armazenamento até que sejam necessários: eles precisam ser extraídos antes ou logo após a morte, e em seguida transplantados rapidamente para um novo hospedeiro. A agilidade, muitas vezes desesperadora, e a logística em torno deste processo torna a compatibilização de órgãos na maioria dos países um campo complexo, com listas de espera e equipes dedicadas que encorajam os familiares de vítimas de acidentes a doarem órgãos.

Mas, na China, os doadores parecem estar cativos, esperando pelos destinatários.

O Hospital Changzheng em Shanghai, um importante centro médico do ELP, relatou a realização de 120 “transplantes de emergência de fígado” até abril de 2006.

O termo refere-se a quando um paciente com uma condição de risco de vida é admitido no hospital ou ala de transplante, e um órgão compatível é encontrado em apenas algumas horas ou dias. Isso é raríssimo em outros países.

Mas o Hospital Changzheng publicou um artigo no Jornal de Cirurgia Clínica, uma revista médica chinesa, sobre seu sucesso com os transplantes de emergência. “O tempo mais curto para um paciente ser transplantado após sua entrada no hospital foi de quatro horas,” indicou o artigo.

Num período de uma semana entre 22 e 30 de abril 30 de 2005, o hospital realizou 16 transplantes de fígado e 15 de rim.



Médicos chineses carregam órgãos frescos para transplante num hospital na província de Henan em 16 de agosto de 2012. (Captura de tela/Sohu.com)

O Primeiro Hospital Afiliado da Universidade de Zhejiang publicou seu próprio estudo a respeito, documentando que entre o início de 2000 e final de 2004, 46 pacientes receberam “transplantes de emergência de fígado”, significando que os destinatários foram compatibilizados com um doador em 72 horas.

Até mesmo o registro oficial de Transplante Hepático da China, numa série de slidesapresentada em seu relatório anual de 2006, compara o número de cirurgias de transplante “seletivamente programadas” com os transplantes de emergência. Houve 3.181 transplantes regulares no ano, e 1.150, ou pouco mais de um quarto, foram realizados em condições de compatibilização de emergência.

Estes fenômenos são extremamente difíceis, se não impossíveis, de explicar de acordo com pronunciamentos oficiais. E eles se apresentam como evidência à primeira vista de que uma população de doadores cativos está disponível para que seus órgãos sejam extraídos.

“Isto é muito comovente para mim”, disse Wendy Rogers, uma bioeticista australiana da Universidade Macquarie, que vivenciou a experiência em que uma grande amiga sofreu insuficiência hepática devido à hepatite e precisou de um transplante dentro de três dias para ter alguma chance de viver.

“Ela foi extraordinariamente afortunada em obter um [fígado] neste prazo”, disse a Dra. Rogers.

“Mas para fazer 46 destes [tipos de cirurgia] em série? É difícil pensar em outra explicação plausível, exceto a execução sob demanda.”

Partes do relatório, que combinam testemunhos de denunciantes e documentos médicos chineses, afirmam que alguns doadores sequer estariam mortos quando seus órgãos foram removidos. Isso inclui o testemunho de um ex-policial paramilitar, que disse ter assistido a uma operação de extração de órgãos com o “doador” vivo e sem anestesia, e de um ex-profissional de saúde de Jinan.
Alvos para extermínio

Os autores do novo relatório, com base em evidências anteriores e novas descobertas, afirmam que a população principal na China que teria sido vítima desta política estatal são prisioneiros da consciência, compostos principalmente de praticantes do Falun Gong.

O Falun Gong é uma disciplina tradicional de autocultivo que se tornou extremamente popular na China na década de 1990. A disciplina envolve a prática de cinco exercícios incluindo meditação e ensinamentos baseados nos princípios de verdade, compaixão e tolerância. O Estado chinês tacitamente apoiava o Falun Gong, até que uma pesquisa oficial indicou que havia mais de 70 milhões de praticantes em 1999, mais do que o número de membros do Partido Comunista Chinês (PCC) na época.



Policiais à paisana detêm praticantes do Falun Gong na Praça da Paz Celestial em Pequim, China, em 1999. (Revista Compassion)

Em julho de 1999, o então líder chinês Jiang Zemin desencadeou uma campanha nacional para eliminar o Falun Gong. Inicialmente, ele enfrentou oposição no alto escalão do regime, mas rapidamente Jiang Zemin transformou a mobilização contra o Falun Gong num meio de consolidar seu poder dentro do PCC, à medida que promovia quadros leais e marginalizava os resistentes e opositores.

A extração de órgãos como um meio de eliminar a população do Falun Gong parece ter começado no ano seguinte ao início da perseguição.

A evidência de que isso ocorreu já está disponível há uma década, mas esta é a primeira vez que o número de mortos estimado se mostrou tão chocante, o grande volume de evidências tão avassalador, e o papel central do Estado chinês como facilitador tão claro.

Os três autores do relatório, David Kilgour, David Matas e Ethan Gutmann, publicaram anteriormente relatórios sobre o assunto, mas esta é a primeira vez que eles juntaram forças. Inclusive eles foram surpreendidos com os resultados da investigação.

“Quando você era criança, você já pegou uma pedra grande e viu toda a riqueza de vida debaixo, formigas e insetos? Assim tem sido a experiência de trabalhar com este relatório”, disse Gutmann, um jornalista cujo livro “The Slaughter” sobre o tema foi publicado em 2014.

Kilgour é um ex-parlamentar canadense e Matas é um conhecido advogado de direitos humanos; a dupla publicou o livro “Bloody Harvest” sobre o tema em 2009, que se seguiu a um relatório pioneiro com o mesmo título lançado em julho de 2006.

Nos últimos anos, os pesquisadores dos abusos de transplante na China tinham a impressão de que a escala da extração forçada de órgãos tinha se reduzido consideravelmente, ou que pelo menos os praticantes do Falun Gong e outros prisioneiros da consciência não seriam mais visados para execução.

Os autores descobriram que isso não é verdade. “Eles criaram um monstro”, disse Gutmann. “Nós estamos olhando para uma engrenagem gigantesca, que não consegue parar. Eu não acredito que seja apenas o lucro por trás disso, eu acredito que é a ideologia, o assassinato em massa, e o encobrimento de um crime terrível em que a única maneira de encobrir o delito é continuar matando as pessoas que sabem a respeito.”

A espinha dorsal do relatório, e sua maior seção, é um relato exaustivo de todos os hospitais na China que se sabe terem realizado transplantes. Dos 712 hospitais que são identificados, 164 recebem tratamento detalhado e individualizado no relatório.
Centros de extração de órgãos

O Hospital Geral de Nanjing, no Comando Militar de Nanjing, por exemplo, é detalhado em duas páginas. O relatório discute a prolífica carreira de Li Leishi, o fundador do centro de pesquisa do rim no hospital; há inclusive um documento do Partido Comunista que tornou obrigatório o estudo do “modelo” que ele estabeleceu. Li Leishi foi elogiado pelo regime pela criação de um dos centros de transplante renal de crescimento mais rápido no país.

Numa entrevista de 2008, Li Leishi, então com 82 anos, disse que no passado ele realizaria em média 120 transplantes de rim por ano, mas na época ele estava se limitando a 70. Outro cirurgião-chefe relatado teria realizado “centenas de transplantes de rim por ano” desde 2001. Com 11 cirurgiões-chefes e 6 cirurgiões-associados envolvidos em transplantes de rim, o volume total de transplantes no hospital pode ter atingido cerca de mil por ano, afirma o relatório.

Volumes de transplante surpreendentes como este aparecem ao longo do relatório.

No Hospital Geral de Fuzhou, também no Comando Militar de Nanjing, o Dr. Tan Jianming dirigiu pessoalmente 4.200 transplantes de rim até 2014, segundo sua biografia num website pertencente à Associação Médica Chinesa.

O Hospital Xinqiao, afiliado à Terceira Universidade Médica Militar, em Chongqing, sudoeste da China, disse que havia realizado 2.590 transplantes de rim até 2002, incluindo 24 em um único dia.

Zhu Jiye, diretor do Instituto de Transplante de Órgãos da Universidade de Pequim, disse em 2013: “Houve um ano em que o nosso hospital fez 4.000 operações de transplante de fígado e rim.”



Uma encenação da extração forçada de órgãos de praticantes do Falun Gong na China, durante uma manifestação em Ottawa, Canadá, em 2008. (Epoch Times)

Num artigo publicado em junho de 2004 no Jornal de Medicina da Polícia Militar Chinesa, uma tabela acessível é fornecida mostrando que o Hospital Fraterno de Pequim e o Hospital Guangzhou Nanfang realizaram mais de 2.000 transplantes renais até o final de 2000. Três outros hospitais registram terem realizado 1.000 transplantes cada até o final do mesmo ano. A maioria destes teria sido realizada apenas em um ano ou pouco mais, uma vez que até o final da década de 1990, o transplante de órgãos na China era praticamente inexistente.

Hospital após hospital, página após página, números volumosos como estes são apresentados, provenientes de publicações oficiais chinesas, incluindo discursos, boletins internos, websites hospitalares, revistas médicas, relatórios da mídia e muito mais.

Sem exceção, esses hospitais apenas discutem esses dados impressionantes sobre o volume de transplantes a partir do início de 2000. Os programas de desenvolvimento de infraestruturas e de formação em massa de cirurgiões também só começaram a ser relatados nesta data, ou seja, logo após o início da perseguição ao Falun Gong.
Máquina de matar estatal

A linha oficial do regime chinês sobre suas fontes de órgãos mudou ao longo do tempo. Em 2001, quando o primeiro desertor emergiu da China, alegando que o regime estava usando prisioneiros no corredor da morte como uma fonte de órgãos, o porta-voz oficial do regimenegou, alegando que a China depende principalmente de doadores voluntários.

Em 2005, funcionários do regime começaram a insinuar que na verdade os prisioneiros no corredor da morte é que eram usados. E depois que as alegações da extração de órgãos de praticantes do Falun Gong foram tornadas públicas em 2006, as autoridades chinesas insistiram que os prisioneiros no corredor da morte, que teriam consentido em ter seus órgãos removidos após a morte, eram a fonte primária.

Mas a conclusão ameaçadora que lentamente emergiu por meio da pesquisa publicada no relatório, que inclui cerca de 2.000 notas de rodapé, é que toda a indústria médica de transplante foi deliberadamente criada, quase da noite para o dia, imediatamente após uma nova fonte abundante de órgãos ter se tornado disponível.

Isto é sugerido pelo imenso envolvimento do Estado, tanto a nível central como local, na indústria de transplante. Começando na década de 1990, o sistema de saúde da China foi em grande parte privatizado, com o Estado pagando somente pela infraestrutura, enquanto os hospitais tinham de se financiar por conta própria.

O centro de transplante de fígado no Hospital Renji viu o número de leitos cirúrgicos disparar: de 13 no final de 2004, para 23 apenas duas semanas mais tarde, para 90 em 2007, e para 110 em 2014.

Em 2006, o Primeiro Hospital Central de Tianjin acrescentou todo um edifício de 17 andares, com 500 leitos, exclusivamente para transplante de órgãos. Há muitos outros casos; o relatório contém fotografias dos edifícios, muitas vezes impressionantes.

O transplante de órgãos rapidamente se tornou um negócio rentável e os governos centrais e locais patrocinaram pesquisa e desenvolvimento, a construção de novas instalações palacianas de transplante, e o financiamento de programas de formação médica, incluindo o treinamento no exterior de centenas de cirurgiões de transplante.



O Primeiro Hospital Central de Tianjin (Arquivo do hospital)

Toda uma indústria chinesa de medicamentos antirrejeição emergiu, enquanto os hospitais chineses começaram a desenvolver suas próprias soluções conservantes, produtos químicos em que órgãos são mantidos durante o transporte entre o dador e o receptor.

Conforme o centro de transplante associado à Universidade Médica Chinesa em Shenyang disse em seu website: “Para ser capaz de completar um número tão grande de cirurgias de transplante de órgãos a cada ano, nós precisamos dar todo nosso agradecimento ao apoio dado pelo governo. Em particular, o Supremo Tribunal Popular, a Suprema Procuradoria Popular, o sistema de segurança pública, o sistema judiciário, o Ministério da Saúde e o Ministério dos Assuntos Civis promulgaram leis em conjunto para determinar que a obtenção de órgãos recebe o apoio e a proteção do governo. Isso é inédito no mundo.”

Os autores do relatório se recusaram a estabelecer o número de mortos. Embora seja possível que em alguns casos múltiplos órgãos tenham se originado de uma única vítima, até 2013 a China tinha apenas um sistema ad hoc de rastreio de compatibilidade. Cirurgiões chineses também se queixaram sobre o grande desperdício na indústria de transplante da China, em que muitas vezes apenas um órgão vinha de um doador. Assim, se 60 mil a 100 mil cirurgias de transplante foram realizadas anualmente, o número de mortes devido à extração forçada de órgãos na China pode chegar a 1,5 milhão.

Como o Relatório de Medicina da China informou num resumo de 2004 sobre a indústria de transplante: “Atualmente, porque a China não tem um sistema interativo de registro de órgão, frequentemente apenas um rim é retirado de um doador e muitos outros órgãos são simplesmente desperdiçados.”

Matas, na conferência de imprensa de 22 de junho, disse: “O fenômeno de múltiplos órgãos de uma pessoa [sendo utilizados] tem ocorrido, mas são estatisticamente insignificantes.”

De acordo com Lan Liugen, o vice-diretor de cirurgia no Hospital No. 303 do ELP na província de Guangxi, até o início de 2013, havia apenas dois hospitais na China que poderiam adquirir e transplantar múltiplos órgãos de um único doador. “Tais cirurgias são o melhor uso dos recursos dos doadores”, disse ele. “Atualmente, apenas países como os Estados Unidos, Alemanha e Japão podem fazer vários transplantes de órgãos do mesmo doador simultaneamente.”

Os autores estão publicando suas conclusões num momento em que o clima da opinião pública sobre esta questão parece prestes a mudar: jornalistas estão mais dispostos a olhar para o tema; documentários sobre o assunto estão sendo produzidos e ganhando prêmios; e está crescendo o número de médicos de transplante e especialistas em ética que estão tomando conhecimento sobre o sistema de transplante da China e ficando revoltados com isso.

Recentemente, o Congresso dos Estados Unidos aprovou uma resoluçãoexpressando preocupação sobre essas práticas da China, com membros do Congresso denunciando o fato como “macabro” e “repugnante”.

Um documentário de 2015, intitulado “Hard to Believe” e que está sendo exibido na emissora PBS, explora como a questão foi recebida pelos meios jornalísticos e médicos. A gravidade do que tem ocorrido na China há uma década e meia só agora está começando a ganhar reconhecimento (por exemplo, o autor deste artigo foi entrevistado para o documentário).

Rogers, a bioeticista australiana, diz que ela descobriu que muitas pessoas têm dificuldade em processar e aceitar o que está ocorrendo na China.

“Eu tive que explicar em detalhes a uma amiga alemã que é bioeticista e que lida com muitos temas internacionais desafiadores”, disse Rogers. “Ela literalmente não podia acreditar em mim, e perguntou: ‘Como eu não fiquei sabendo disso antes?’”

EUGENIA: CRIANÇAS INTELIGENTES ESTÃO ISENTAS DE VACINAS NA AUSTRÁLIA


Um programa escolar para estudantes dotados está oferecendo formulários de isenção de vacinação e pedindo aos mesmos evitar o Wi-Fi nas escolas, afirmando que as crianças dotadas têm “conexões neuronais adicionais” que os fazem mais suscetíveis a reações alérgicas.

Pat Slattery, a fundadora de WiseOnes, um popular programa para estudantes “dotados” que trabalha nas escolas do Estado de Victoria, publicou em sua página web que as crianças dotadas possuem “sensibilidade extra aos alimentos ou produtos químicos” e são propensas a desenvolver reações as vacinas negativas para a saúde.

Em um post que desde então foi eliminado, aparece a informação que vincula vacinas com o autismo, e diz aos pais por e-mail que solicitem um formulário de isenção de vacinação.

“Estou preocupada porque sabemos que a quantidade de crianças dotadas são mais sensíveis devido a suas conexões neurológicas adicionais. Dar-lhes neurotoxinas parece ilógico. Estou disposta a ajudar a educar os filhos daqueles que recusam as vacinas”, escreve.

O programa pretende trabalhar com 30 escolas de Victoria, que se enumeram no site, enquanto que a Sra. Pat Slattery está pensando em ampliar o programa de Nova Gales do Sul e Queensland. A Sra. Slattery trabalha com outros professores para implantar o programa nas escolas.

Fonte: edgytruth.com

REFUGIADOS CRISTÃOS SÃO ‘ACORRENTADOS COMO CÃES’, APÓS BUSCAREM ASILO NA TAILÂNDIA

Crianças e adultos refugiados são colocados em gaiolas na Tailândia. (Foto: CBN)

Muitos cristãos que fogem da perseguição islâmica no Paquistão enxergam a Tailândia como um possível destino, porém estão tendo seus pedidos de asilo negados e sendo submetidos a condições de vida desumanas.

O site cristão ‘CBN News’ contou a história de uma dessas famílias cristãs paquistanesas, que deixou o Paquistão na esperança de começar uma nova vida na Tailândia.

Mustaq Faisal foi acusado por vizinhos muçulmanos de rasgar as páginas do Corão. Faisal negou essas acusações.

“Eu estava com muito medo”, diz ele. “Eu lhes disse que nunca faria algo assim com um livro que eles consideram sagrado, mas eles não acreditaram em mim”.

Temendo por sua vida, de seu esposa e seu filho, Faisal fugiu com sua família para a Tailândia.

“No momento em que chegamos à Tailândia, eu formalizei o nosso pedido de asilo para a ONU”, disse Faisal.

Faisal e sua família permaneceram na Tailândia durante seis meses. Seus vistos de turista expiraram e ambos ainda não tinham recebido resposta da ONU.

Logo, as autoridades tailandesas prenderam a família paquistanesa. Faisal não estava em casa no momento da prisão, mas sua esposa, Samina, foi levado sob custódia e acabou falecendo, devido a uma doença cardíaca, porque as autoridades tailandesas não permitiram que ela tomasse seu remédio.

Faisal agora está de volta ao Paquistão e tem de enfrentar os desafios da perseguição religiosa sem sua esposa.

Situação desumana

Wilson Chowdhry, um cristão defensor direitos humanos pela Associação Cristã Paquistanesa, disse que casos como o de Faisal, infelizmente são bastante comuns.

Chowdhry está tentando ajudar Faisal, mas diz que é uma batalha difícil:

“O que descobrimos é que as guardas de proteção, destinadas a cuidar dos prisioneiros, negam-lhes acesso aos cuidados de saúde e medicamentos”, afirmou.

Chowdhry acrescentou que as autoridades tailandesas estão tratando os refugiados de forma desumana, transportando-os em veículos com gaiolas e até mesmo acorrentando-os como cães.

Em algumas instalações de refugiados, um número pessoas que chega ao dobro da capacidade desses locais acabam se amontoando nos quartos.

“Enquanto você caminha pelo local, o mau cheiro como é avassalador. Eles têm dois banheiros para atender a mais de 200 pessoas”, disse Chowdhry.

Mais de 100.000 paquistaneses fugiram do seu país por causa do extremismo islâmico. Quase 11.000 foram para a Tailândia, muitos deles cristãos.

Via: Guia-me, CBN

FÁBRICA CHINESA DE CLONES PROMETE VACAS, CAVALOS E ATÉ BEBÊS!


O grupo Boyalife e os seus parceiros estão a construir as suas gigantescas instalações na cidade de Tianjin (norte), que abrirão dentro de sete meses e onde esperam criar um milhão de vacas antes de 2020.

Mas os bovinos são apenas uma primeira etapa no ambicioso projecto de Xu Xiaochun, de 44 anos, director-geral da empresa, que também quer clonar cavalos puro-sangue e cães polícias.

A Boyalife, em colaboração com a empresa sul-coreana Sooam e a academia chinesa de ciências, já está a trabalhar na clonagem dos primatas que são usados na pesquisa científica. E no que diz respeito aos seres humanos, Xu garante que está tudo pronto.

«A tecnologia já existe (...) Se for autorizada, não acredito que haverá uma empresa melhor do que a Boyalife», garante Xu, afirmando que actualmente não está a realizar nenhuma clonagem.

Os valores mudam, diz em referência aos debates éticos e morais sobre a clonagem, e lembra como mudou por exemplo a percepção social da homossexualidade.

«Infelizmente hoje a única maneira de ter um filho é que seja uma mistura do seu pai e da sua mãe. Mas quem sabe no futuro haverá três possibilidades (...). Ou bem será 50 e 50, ou bem 100% do ADN do pai ou 100% do ADN da mãe», afirma.

A empresa considera que a sua actividade garante a biodiversidade e tem previsto criar em Tianjin um banco de genes que armazenará até cinco milhões de amostras de células congeladas, uma espécie de inventário das espécies ameaçadas à espera que possam ser regeneradas.

Sooam, o parceiro sul-coreano da Boyalife, já está a trabalhar no projeto de ressurreição de um mamute através de células com milhares de anos descobertas sob o gelo na Sibéria. Esta empresa também oferece aos seus clientes um serviço para clonar cães falecidos por um preço próximo a 100.000 dólares.

O fundador da Sooam, o sul-coreano Hwang Woo-Suk, anunciou em 2004 ter criado células de um embrião humano, algo que acabou por se revelar falso. No entanto, continua a ser reconhecido por ter criado, em 2005, o primeiro cão clonado, Snuppy.

Este ano, Hwang anunciou a sua intenção de trabalhar com empresas chinesas «porque as leis da Coreia do Sul sobre bioética proíbem o uso de óvulos humanos», explicou ao jornal sul-coreano Dong-A Ilbo, e não descartou usá-los no futuro.

Por enquanto, a sua parceira chinesa Xu Xiaochun aspira apenas em tornar-se um líder mundial na criação de carne bovina - «supervacas» clonadas com o mesmo ADN e cuja carne, promete, será tão saborosa quanto a famosa carne japonesa de Kobe.

Estes animais, garante, permitirão aos exploradores «matar menos e produzir mais» para atender ao crescimento da classe média na China.

«Num supermercado tudo é bom (...) todos têm a mesma forma, e até agora não conseguimos fazer o mesmo com os animais. Mas na nossa fábrica de clonagem, decidimos que iremos fazê-lo», afirma Xu.

Entretanto, não há consenso sobre se carne de animais clonados pode ter consequências negativas para a saúde. A Agência dos EUA para a Segurança dos Alimentos (Food and Drug Administration) garante que a carne é segura, mas o Parlamento Europeu quer proibi-la.

Via http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=801586

sábado, 18 de junho de 2016

DEPOIS DE VACINAREM 48 MILHÕES DE PESSOAS, VEM O ALERTA: “A VACINA DA GRIPE É UM VENENO MORTAL”


Recentemente, tem circulado pela internet uma mensagem que alerta para não tomar a vacina H1N1 pelo simples risco da síndrome GBS. Aparentemente, a vacina da gripe é um veneno mortal.

Um dos possíveis efeitos secundários da vacina H1N1 é a síndrome de Guillian-Barre, que já matou e incapacitou centenas de americanos na campanha de vacinação H1N1 em 1979, tendo sido confirmados 500 casos com esta síndrome. Então, a vacina foi retirada do mercado10 dias depois, após terem sido vacinadas 48 milhões de pessoas.

Esta síndrome ataca diretamente o sistema nervoso e causa problemas de respiração, paralisia e pode até levar à morte. Em muitas vacinas produzidas no final dos anos 80 e início dos anos 90, foram utilizados produtos bovinos obtidos em países onde a encefalite bovina espongiforme (doença da vaca louca) constituía um risco significativo. Nos EUA, a FDA pediu insistentemente que as indústrias farmacêuticas não utilizassem produtos de gado criado em países onde a vaca louca fosse uma realidade.

Vários médicos, farmacêuticas e meios de comunicação continuam a mentir sobre o mercúrio em vacinas. Os mídia deixaram a ciência totalmente de lado na sua propaganda de incentivo à vacina contra a gripe, tendo deixado de mencionar de todo qualquer um dos riscos associados à mesma. Segundo quase todas as histórias publicadas, as vacinas contra a gripe oferecem praticamente proteção certa contra a gripe enquanto que o risco nunca é mencionado.

Na própria bula é revelado que a vacina nunca foi submetida a ensaios clínicos científicos: “Não houve estudos controlados que demonstrem adequadamente uma diminuição na doença influenza após a vacinação com Flulaval”, é o que se pode ler no folheto informativo num texto minúsculo que ninguém lê.

Lá também consta que “A segurança e a eficácia de Flulaval não foram estabelecidas em mulheresgrávidas, lactantes ou crianças”. Mesmo assim, as farmacêuticas e várias outras entidades incentivam à vacinação contra a gripe por parte de mulheres grávidas. A mesma entidade que admite que a vacina nunca foi testada, admite também abertamente que esta contém produtos químicos neurotóxicos!

Se tomas vacinas contra a gripe, é provável que estejas a ser envenenado aos poucos, pois sabe-se que estas contêm produtos químicos neurotóxicos e metais pesados em concentrações alarmantes! Para além disso, não existe uma forma segura de mercúrio, tal como não existe forma segura de heroína. 


Todas as formas de mercúrio são consideradas altamente tóxicas quando injetadas no corpo!

Via http://www.saudevidaefamilia.com/ e Verdade Mundial

EUA REJEITA AJUDA A ISRAEL, QUE BUSCA APOIO DA RÚSSIA


Abençoarei aqueles que te abençoarem, e amaldiçoarei aqueles que te amaldiçoarem..." - Gênesis 12:3
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Em artigo recente, o jornal Washington Times, de perfil conservador, classificou como “deplorável” o tratamento do governo Barack Obama em relação a Israel. Além de ter permitido que o maior inimigo declarado do Estado Judeu, o Irã, receba permissão para voltar a comprar armamentos sofisticados da Rússia.

Enquanto isso, os aiatolás continuam com seu discurso de “varrer Israel do mapa” e Teerã faz testes com mísseis capazes de receber ogivas nucleares.

A diminuição proposital da influência norte-americana no Oriente Médio fez com que Benjamin Netanyahu buscasse apoio em um aliado improvável: Vladimir Putin. O premiê israelense esteve com o presidente russo quatro vezes este ano, um recorde nos 25 anos que as nações reataram os laços diplomáticos.

“A Rússia é uma potência global, e as nossas relações estão se fortalecendo”, disse Netanyahu recentemente.

Grupos extremistas como o Hezbollah e o Estado Islâmico fazem ameaças de atacar Jerusalém assim que a guerra na Síria acabar. Segundo a imprensa russa, o governo israelense fez todo o possível para melhorar as suas relações com a Rússia justamente por causa da influência de Putin junto aos seus inimigos.

Uma prova concreta disso é a declaração recente que Putin pode usar o poder de veto dos russos nas Nações Unidas para impedir novas medidas contra Israel.

Ao mesmo tempo, há um acordo sendo negociado para a normalização das relações de Israel com a Turquia, que estão prejudicadas desde 2010. Dia 7 de junho, Tuğrul Türkeş, político que mantém boas relações com Israel, foi nomeado vice-primeiro ministro. Segundo a imprensa local, “isso não é coincidência” e faz parte de um plano maior.

Enquanto atos de terrorismo voltaram a ocorrer em território israelense esta semana, a Casa Branca ofereceu pouco mais que palavras para o seu aliado histórico.

Na verdade, Obama pediu que o Congresso não aprovasse um repasse de 455 milhões de dólares, destinado a compra de sistemas de defesa para Israel. Isso pode interferir na segurança nacional.

Com a perspectiva de Hillary Clinton ganhar a eleição a situação só piora, pois são constantes as denúncias que ela e o marido estão sendo financiados por países muçulmanos como Arábia Saudita e Jordânia.

Segundo analistas, Israel já não pode contar com os Estados Unidos para a sua segurança. Se antes eles foram os maiores amigos de Israel, as decisões mais recentes apontam para uma mudança dramática, que pode se concretizar ainda este ano, pois Obama estaria para apresentar uma “solução final” para o conflito de Israel e Palestina, que inclui dividir Jerusalém.
Cenário profético

Especialistas, como o Doutor Mark Hitchcock, afirmam que as notícias que estampam os jornais de hoje revelam a existência de uma nova aliança de nações que repetem os tempos bíblicos. Sabe-se que seu inimigo comum seria Israel. “É como se as manchetes de hoje fossem escritas há 2.600 anos”, declarou.

O cenário que se desenrola parece remeter à profecia de Ezequiel 38. Conhecida como a guerra de Gogue e Magogue. O texto fala sobre uma aliança de nações que guerreiam com Israel.

Hitchcock diz que nações como Rússia, Irã, Líbia e Turquia nunca foram aliadas ao longo da história, mas nos últimos tempos esses países não são apenas destaque nas manchetes, eles parecem estar formando alianças com Israel que podem ser rompida.

Os Estados Unidos, que não fazem parte da profecia pois não se conhecia as Américas na época, está ausente do cenário, o que Obama pode fazer se tornar realidade.

Haverá grandes poderes mundiais unidos nessa batalha:

1 – a federação de dez reinos, que constitui a forma final do quarto grande Império Mundial (União Europeia)
2 – a federação do Norte, (Rússia/Turquia e seus aliados);
3 – os reis do Leste, povos além do Eufrates (Irã);
4 – o rei do Sul, que pode ser uma coligação de poderes do Norte da África, como Líbia e Egito.

William McCants, do Centro Brookings para Política do Oriente Médio, afirma que o cenário atual também coincide com as previsões apocalípticas muçulmanas. Para os seguidores de Maomé, o fim do mundo será anunciado pela guerra em Damasco, capital da Síria, e o surgimento de um tipo de “anticristo”, chamado pelo Islã de ad-Dajjal.


Por Jarbas Aragão

Via Gospel Prime