TEXTO

“Surgirão muitos falsos profetas, que enganarão a
muitos; e, por causa do aumento do que é contra a lei,
o amor da maioria esfriará.”

Mateus 24:11, 12
Amauri Jr - dono e administrador do Blog

sábado, 26 de outubro de 2013

Kesha Bebe Sangue em Palco


Já não bastasse Lady Gaga, agora mais uma artista pop faz ritual macabro em pleno palco. A cantora pop Kesha bebe sangue de um coração de um animal em pleno placo em um show na Austrália. Rituais estão sendo cada vez mais realizados em pleno palco porque os ocultistas acreditam que quando mais pessoas estiverem presentes, mais energia eles estão ganhando dessas pessoas para esse ritual.


E ela é uma artista destinada ao público adolescente e pré- adolescente, não é?



Fonte :

Knowledge is Power

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Ibope indica reeleição fácil de Dilma, mas rejeição dela e desgaste do governo assustam a petralhada

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
Um governo com avaliação positiva de apenas 38%, mesmo percentual dos que não votariam em Dilma Rousseff “de jeito nenhum” e a vontade manifesta de 60% dos eleitores em não quererem dar um segundo mandato a atual presidenta foram os três dados da recente pesquisa Ibope sobre a sucessão presidencial que mais chamaram a atenção dos marketeiros governistas. Apesar da máquina de poder e da propaganda oficial operando a toda energia, o governo não é bem visto.
Nem precisava fazer pesquisa para constatar que Dilma Rousseff é favorita à reeleição Presidencial. Os principais adversários da Dilma, até agora, se mostram inexpressivos, popular e politicamente. Assim, segundo o Ibope, para alegria da petralhada, Dilma continuaria no posto de absolutista republicana no troninho de ouro do Palácio do Planalto. Venceria a eleição no primeiro turno, se a disputa fosse agora – conforme a pesquisa Ibope realizada nos dias 17 a 21 de outubro, em 143 municípios.
Com visíveis dificuldades de decolagem na disputa de 2014, Aécio Neves tentou minimizar o triunfo antecipado da petista: “O fato relevante é que a avaliação positiva do governo é de apenas 38%. Um fraco desempenho frente ao enorme esforço da propaganda oficial, com uso de campanhas milionárias, sucessivas convocações de rede nacional de TV e rádio, um intensivo roteiro de viagens como candidata e anúncios superestimados de resultados do governo. Apesar de tudo isso, essa pesquisa confirma o que todas as outras vêm apontando: cerca de 60% dos eleitores não querem dar um segundo mandato a atual presidente".
No cenário induzido, enfrentando Aécio Neves, pelo PSDB, e Eduardo Campos, pelo PSB, Dilma faturaria 41% das intenções de voto, enquanto o tucano teria 14% e o socialista 10%. Com Marina Silva na disputa – o que não vai acontecer, a Dilma teria 39%, enquanto a ex-ministra do meio ambiente petista teria 21% e Aécio apenas 13%. Na pesquisa espontânea, Dilma Rousseff também venceria, com 21% das intenções de voto. Depois dela, segundo o Ibope, vem o nome do Presidentro Luiz Inácio Lula da Silva, com 7%. Marina Silva teria 6%, Aécio Neves 5% e José Serra 4%. Apenas 2% citaram Eduardo Campos entre as 2002 pessoas ouvidas pelo Ibope.
No quesito rejeição, José Serra seria o “vencedor”. Nada menos que 47% responderam que não votariam nele de jeito nenhum para presidente. A favoritíssima Dilma aparece neste quesito com desgastantes 38% de rejeição. Sorte dela que os adversários também são rejeitados, igualmente, pelo eleitorado. Aécio (40%), Eduardo (39%) e Marina (31%). A margem de erro da pesquisa, segundo o Ibope, é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
De matar de rir é o comentário triunfalista do radicalóide presidente do PT: “A pesquisa de hoje é animadora, muito embora pesquisa reflita o momento, e não pode nos levar ao salto alto e a subestimar os adversários, que são poderosos e têm apoio da grande mídia monopolizada”. Falcão ainda tira onda e avalia que a pesquisa Ibope ainda não captou os efeitos do leilão do megacampo de Libra, da liberação de R$ 13 bilhões para pavimentação e saneamento no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC2), e medidas de desburocratização para a criação de pequenas empresas.
O fato concreto, já repetido pelo Alerta Total, é que Dilma só perde a eleição se a Oligarquia Financeira Transnacional – que controla e coloniza o Brasil ideológica e economicamente – não quiser. Até agora, não há sinais de que exista uma vontade dos controladores globalitários em apear a petralhada do poder. Mas, até outubro de 2014, embora seja pouco provável, isto até pode acontecer. Pelos nomes em disputa, ou fica o PT ou permanece o cenário de poder com candidatos de linha socialista Fabiana, na linha que interessa à Nova Ordem Mundial.
Portanto, não faz diferença alguma o resultado da corrida de jegues de 2014, disputada no hipódromo virtual das urnas eletrônicas do cassino do Al Capone. Não importa quem vença ou se o PT continuará no poder. Em decomposição moral e cada vez mais sem soberania, Brasil continuará perdendo. Um país governado por ideias fora do lugar e sem vontade de fazer um projeto nacional de desenvolvimento é condenado ao subdesenvolvimento e a à vanguarda do atraso civilizatório.
É lamentável, mas necessário repetir. O Brasil já era! E a Era do PT parece longe de acabar. A reeleição de Dilma é quase inevitável. A Oligarquia Financeira Transnacional ameaçou trocar a petralhada por algum candidato socialista Fabiano, tipo Eduardo Campos, Marina Silva ou Aécio Neves. No entanto, há sinais de que a troca não deva acontecer.
A marionete Dilma continua e continuará encenando direitinho o teatrinho de seus controladores globalitários. Seu prêmio: mais quatro anos de ilusão no poder. O azar é nosso! A riqueza é cada vez mais deles!
Briga dos donatários
Nova Censura petralha à vista

Crianças publicando
Irmã Joana Serrão convida para o lançamento de seu primeiro livro, aos 6 anos e 10 meses de idade... Parabéns aos diretores e professores do Colégio Italo Brasileiro.

China inventa internet sem fio de alta velocidade usando apenas uma lâmpada LED

Chineses… Hmmm sempre inventando coisas maravilhosas de boa e de má qualidade. Mas desta vez foi algo inimaginável para muitos de nós.
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Isso funcionou com a tecnologia LIFI( um tipo de tecnologia de comunicação de luz visível), que são microprocessadores especiais embutidos nas lâmpadas, quatro computadores eram capazes de se conectar à internet em alta velocidade de 150 megabits por segundo, a velocidade de uma conexão típica fiberoptics FiOS. Se essas luzes forem apagadas sucessivamente o sinal será cortado também.
A equipa de investigação no Instituto de Física Técnica de Xangai da Academia Chinesa de Ciências afirma que isso pode mudar a forma de se comunicar entre computadores, tablets e telefones, tornando as redes sem fio mais barato, mais eficiente, e totalmente onipresente em energia. Ou seja, em qualquer lugar que tiver uma lâmpada LED, haverá internet.
A tecnologia ainda está em fase experimental, mas não podemos esperar que tenha em todo o mundo. E ai você acha que isso chegaria ao Brasil?

Fonte : Maisbyte.com

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Com entrega de reserva estratégica de Libra, Dilma deve arrumar mais dívidas para o Brasil e a Petrobras

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
Embora a Presidenta Dilma Rousseff seja forçada psicologicamente a ocupar uma cadeia nacional de rádio e televisão para repetir, ontem à noite, a mentira de que o leilão de Libra não significa a privatização do petróleo brasileiro, a verdade demonstra o contrário. Como de costume, nossa reserva estratégica de 12 bilhões de barris de petróleo foi entregue às principais transnacionais dos controladores da Oligarquia Financeira Transnacional.
Na prática, o País abriu mão de suas reservas estratégicas de óleo & gás do pré-sal – que só devem ser exploradas comercialmente, de verdade, daqui a uns 20 ou 30 anos, principalmente para atender ao mercado da China - nação com super economia capimunista, politicamente autoritária, é inteiramente controlada, de fato, pelo capital anglo-americano. De fato, quem vai ditar o destino do pré-sal é a anglo-holandesa Shell, junto com a francesa Total, cada uma com 20% do negócio leiloado.
As presenças das chinesas CNOOC e China National Petroleum no “maior consórcio do mundo” (como festeja a Dilma) é a indicação para onde se destina o recurso que poderia servir estrategicamente ao Brasil, mas não vai, porque somos um país subdesenvolvido, em decomposição moral, sem rumo político, destituído de Projeto de Nação e cada vez mais sem soberania. Novamente, vale a regra de sempre: consumir o ouro negro que for extraído do território brasileiro, para guardar a reserva anglo-americana...
Existem algumas certezas e várias dúvidas no negócio. Certo é que os controladores globalitários conseguiram adquirir mais uma grande reserva de petróleo para ser usada quando convier. Grande dúvida é se a Petrobras terá capacidade de financeira para cobrir grande parte dos US$ 700 bilhões estimados apenas para a fase de exploração e desenvolvimento da produção em Libra.
Muito provavelmente, na hora em que faltar dinheiro, a Petrobras será automaticamente forçada pelos parceiros a abrir mão de grande parte da participação acionária em Libra (por ironia, a moeda inglesa). Certamente, o Brasil será forçado pela Oligarquia Financeira Transnacional a fazer uma mega dívida externa para arrumar grana para a aventura do pré-sal. 
Outra dúvida maior ainda. Dependendo da cotação internacional do petróleo, a custosa exploração do pré-sal brasileiro pode nem valer a pena no curto e médio prazos, ficando como uma reserva para emergências daqui a uns 50 ou 60 anos. O negócio vai depender muito se é consistente ou não a versão de que o gás de xisto vai tornar os Estados Unidos independente energeticamente. Se for, o óleo de alta qualidade do pré-sal vai ser destinado para a indústria química de ponta – e não como fonte energética. 
Em resumo, o capimunismo tupiniquim, com a petralhada operando de fantoche dos controladores globalitários, deu mais uma prova de burrice e entreguismo.
Medinho

Cachorro, o culto

Com o pré-sal, Dilma fez uma grande cachorrada com o Brasil e a Petrobras...


Fonte : Alerta Total

Os mortos do Everest


   O Everest ergue-se imponente acima da cadeia de montanhas do Himalaia, elevando-se a 8.850 metros. O silêncio só é cortado pelo rufar dos fortes ventos que atingem a montanha. Impávida, a enorme rocha é testemunha de incontáveis exploradores, que na tentativa de domar seus mistérios e desafios, pereceram na jornada. Eles não encontraram a glória.    Alguns nem mesmo encontraram o cume. Mas todos os que ali jazem, encontraram a face fria e congelante da morte.

   Não sei se você sabe, mas o apelido local do Everest, é  ”a montanha da morte”. Não por acaso, um em cada dez alpinistas que tentaram atingir o cume, morreram.
   Localizado entre as placas tectônicas Indiana e Eurasiática e formado há 30 milhões de anos, o Monte Everest cresce 4 milímetros por ano. Ele foi identificado pelo procurador-geral da Coroa Britânica na Índia, Sir George Everest, em 1856. O cume, localizado na cordilheira do Himalaia, possui 60 milhões de anos.
   Os nepaleses que vivem ao sul do Monte Everest o chamavam de Sagarmatha, que pode ser traduzido como “deusa do céu” ou “testa do céu”. Os tibetanos que vivem ao norte da montanha a chamam deChomolungma ou “deusa-mãe do mundo”.
   Durante muito tempo, o povo sherpa, nativo da região, teve receio de escalar a encosta da montanha porque acreditava que ela era a morada dos deuses. Com a chegada dos estrangeiros no início do século XX, porém, eles passaram a trabalhar como guias de expedição, principalmente nas realizadas no período do entre-guerras. Eles se oferecem para carregar a bagagem dos turistas. Justamente por viver em grandes altitudes, a população se adaptou ao ar rarefeito. Se um alpinista consome em média 3 litros de oxigênio engarrafado por minuto, um sherpa utiliza apenas 1 litro. Hoje, há cerca de 70 mil sherpas no Himalaia.
   Por 10.000 dólares, é possível contratar dois sherpas para carregar toda a bagagem necessária para uma expedição. O turista leva apenas uma garrafinha de água, um cilindro de oxigênio e o lanche. A partir dos 8.000 metros, os sherpas não são obrigados a seguir em frente. Mas com um “bônus” de 500 dólares, eles podem acompanhar o cliente.
   “Os sherpas se acostumaram a fazer tudo por dinheiro e, assim, fica mais difícil alguém ajudar outra pessoa por pura compaixão”, diz o escalador Waldemar Niclevicz. Aos sherpas recai também a tarefa de resgatar quem ficou para trás na montanha – desde que, para isso, sejam bem pagos.
   O tempo tornou os sherpas verdadeiros capitalistas selvagens. Entre seus pares locais, eles são milionários. Isso porque ganham em media 5000 dólares num mês, quando no país a renda per capita  é de 250 dólares.
   Ao optar por subir o monte Everest, o alpinista sabe que está diante de uma decisão definitiva. Isso porque tem uma boa chance dele não voltar.
   As subidas são muito raramente tentadas fora de uma janela muito curta entre maio e junho, quando as condições estão propensas, com uma temperatura média de -27 graus, e ventos de só 50 mph. Mas a montanha é tão alta que o topo realmente penetra na estratosfera, onde os ventos conhecido como Jet Streams podem fluir até 200 mph, trazendo temperaturas de absurdos -73 graus.
  A morte pode ser causada pela falta de oxigênio, pelo frio, a insuficiência cardíaca, queimaduras, avalanches, deslizamentos, fendas traiçoeiras e ferimentos.
  Cerca de 80% dos acidentes ocorrem no caminho de volta do cume. A principal causa de mortes para os que se arriscaram a subir o monte são as avalanches.
Uma simples bobagem pode levar um alpinista desavisado à morte, como o congelamento da válvula do cilindro de oxigênio. Sem contar que o caminho para chegar no cume é tão complexo que, nas palavras do alpinista Alexander Abramov:
A uma altitude de 8000 metros você não pode se dar ao luxo de moralidade. Acima de 8.000 metros você só está focado em sua própria sobrevivência, e em tais condições extremas, você não tem a força extra para ajudar alguém.
  Parece-me que a mensagem é bem clara. Em uma expedição ao Everest, se um membro da equipe se ferra, ele é largado pra morrer, já que ninguém se arriscará por ele.Parece trágico ler isso no conforto de nossas cadeiras, ao nivel do mar ou um pouco acima. Mas lá em cima, impera a lei do “farinha pouca, meu pirão primeiro”.
  Portanto, escalar o Everest não é para alpinistas de fim de semana ou amadores.
  Em maio de 2006, uma tragédia ocorrida no Everest chocou o mundo: Um alpinista chamado David Sharpe foi deixado para morrer, por congelamento, pelos membros de sua expedição, que era de 42 pessoas. Nenhuma delas o ajudou. Alguns membros do grupo eram do canal de TV Discovery, que – olha o grau de bizarrice do bagulho – tentaram entrevistar o homem moribundo, fotografaram-no, e então largaram ele para trás, deixado para morrer sozinho na neve.

Contando assim parece até mentira. Mas quem o ajudasse, certamente ia morrer com ele. O lugar é tão inóspito que muitas vezes torna impossível salvar a vida de um companheiro.

   Todos os grupos de alpinistas que escalam o Everest passam por cadáveres insepultos, espalhados aqui e ali. São alpinistas que não tiveram sorte. Alguns deles caíram e quebraram-se ossos, outros congelaram ou simplesmente estavam fracos demais para prosseguir na jornada.
   Provavelmente, todas essas pessoas que foram deixados ali, pensaram em algum momento que isso não iria acontecer com elas. Agora, são um triste lembrete de que nem tudo está nas mãos do homem.
  Nas palavras do alpinista David Brashears, que escalou a montanha cinco vezes :
“Não havia nada em meu treinamento para me preparar para passar pelo cemitério aberto me esperando lá em cima. “
   Não há estatísticas precisas de quantos corpos estão espalhados pelas vias de acesso à montanha. Estima-se que sejam entre 150 e 200 pessoas que partiram em viagem só de ida para escalar esta montanha traiçoeira.
A maior parte sobe em equipes de três a cinco pessoas. Cada alpinista precisa desembolsar entre 40 mil e 60 mil dólares para escalar o Everest. Parte desse dinheiro fica com os governos da China e do Nepal, que cobram pedágios de até 10 mil dólares de cada pessoa que pretende chegar ao cume mais alto do mundo. Desde 1953, mais de 2 mil pessoas já conseguiram realizar essa façanha.
   A montanha guarda histórias tenebrosas. Em 1996, um grupo de alpinistas da Universidade de Fukuoka, no Japão escalaram o Everest. Em um certo ponto da jornada, eles encontraram três alpinistas em dificuldades da Índia – Estavam magros, congelando e pediram ajuda, pois haviam passado aperto com uma tempestade em grande altitude. Eles esperavam o tempo melhorar para avançar ao próximo refúgio.
Os japoneses decidiram enfrentaram o mau tempo e seguiram adiante. Quando o grupo de alpinista japoneses descia, eles passaram pelo refugio dos indianos, para descobrir que todos eles já haviam congelado. E estão lá até agora!
   Outro famoso cadáver no Everest é o alpinista britãnico George Mallory.
   Num de seus mais famosos momentos, ao ser perguntado repetidamente por repórteres em Nova Iorque durante uma série de conferências por que motivo ele queria escalar o monte Everest, Mallory disse: “Porque ele está lá”.
   Essa frase ficou para sempre associada ao montanhismo. E agora, Mallory também está lá! Olha ele aqui:
  Mallory morreu na descida, após chegar ao cume da montanha. Em 1924, Mallory e seu parceiro Irving começaram a subir. Eles foram vistos pela última vez com binóculos através das nuvens, apenas a 150 metros do cume. Então as nuvens se fecharam e os alpinistas desapareceram.

Eles ficaram sumidos por lá até meados de 1999, quando no auge de 8.290 m, exploradores tropeçaram no corpo de Mallory. Ele estava deitado de barriga para baixo, como se estivesse tentando abraçar a montanha, a cabeça e as mãos estão congeladas firmemente na encosta.
  Seu parceiro, Irving, nunca foi encontrado. Sabe-se que não morreram juntos, pois havia uma corda ligando os dois, e ela foi cortada com a faca. Irving poderia ter visto Mallory sucumbindo e libertou-se de seu amigo, para também morrer em algum momento mais tarde, em lugar ainda desconhecido abaixo da encosta.
   O vento e a neve estão gradualmente limpando os corpos. As partes expostas vão sendo gradualmente roídas pelo vento. Quanto mais velho o cadáver, menos carne ele tem. Há Helicópteros que ajudam a “limpar” a montanha dos cadáveres. Mas os helicópteros só chegam a uma certa altitude. Dali pra cima, quem está morto fica lá mesmo.
   Toda primavera, nas encostas do Monte Everest, no Nepal, bem como do lado tibetano surgem inúmeras barracas de alpinistas que alimentam o mesmo sonho – subir ao teto do mundo. Talvez por causa da variedade de tendas, semelhantes a barracas gigantes, o local foi apelidado de “Circo do Everest.”
   Na Primavera de 2006, onze pessoas morreram no Everest. Ao que se sabe, um deles, o britânico David Sharp foi deixado em um estado de agonia por um grupo de cerca de 40 alpinistas. Sharpe não era um homem rico e fazia a subida sem guias e nem sherpas. Ele chegou ao cume, mas na descida, teve problemas com a garrafa de oxigênio. Seu equipamento era inadequado, ele não levou um radio (economia?) e tomou decisões que lhe custaram a vida. O triste é pensar que  se tivesse dinheiro suficiente para equipe, sherpas e material de qualidade, hoje, ele ainda estaria vivo.
   A equipe que passou por ele, teve que escolher entre ajudar David ou seguir e alcançar o cume. Optaram pela segunda opção.
   No mesmo dia em que David da Sharp morreu, os meios de comunicação de todo o mundo louvaram Mark Inglis, um guia da Nova Zelândia, que subiu o Everest mesmo sem uma perna. Após um acidente de trabalho, ele perdeu a perna. Usando uma prótese de fibra de carbono ele atingiu o cume.
   A história, vendida como uma prova da superação humana, ocultou o detalhe de deixarem David Sharp morrendo para fazer o programa de Tv. A história sinistra só veio a publico porque o site mounteverest.net pegou notícia e começou a puxar o fio.
   Em 16 de maio de 2006, David Sharp subia a montanha, participando de escalada, organizada pela “Ásia Trekking”, morreu quando possivelmente, seu tanque de oxigênio congelou a válvula, a uma altitude de 8.500 metros.
   Sharp não era um novato nas montanhas, ele já tinha escalado antes. Segundo o Mountainzone.com em 2002, Sharp tinha chegado ao cume vizinho do Everest,  o Cho Oyu, e então passou tentar o Everest em 2003 e 2004. Nas duas vezes, ele subiu rumo ao cume do Everest pela via nordeste, e por duas vezes ele só chegou perto do cume Na escalada em 2003, ele perdeu alguns dedos pelo congelamento.
   Então aquela tinha sido sua primeira incursão de sucesso ao pico do Everest. Aos 34 anos, ele já tinha passado pelas partes mais difíceis do percurso. Na descida (onde muitos morrem) ele ficou sem oxigênio. Sharp imediatamente sentiu-se mal em uma altitude de 8500 metros no meio da cordilheira norte. Ele estava mal equipado para aquele frio, e havia tomado decisões erradas que foram fatais, como descer na noite mais fria do ano, e de escalar sem guias Sherpas (há quem suspeite que ele precisou fazer isso por economia. A economia também é o que explicaria David usar luvas abaixo das especificações necessárias para a incursão). Sharp se abrigou precariamente numa caverna.
Alguns dos homens que passaram por ele, disseram que pensavam que ele estava descansando. Alguns dos Sherpas verificaram sua condição, e perguntaram quem ele era e com quem viajava. Ele respondeu: “Meu nome é David Sharp, eu estou aqui com a” Ásia Trekking “e só quero dormir um pouco.” (sinal que já estava congelando)
   Quem abriu o verbo mesmo foi o amputado, o Neozelandês Mark Inglis. Ele foi um dos poucos que admitiu que deixaram Sharp morrer.
   “Pelo menos, a nossa expedição foi a única que fez alguma coisa por ele, nossos sherpas deram-lhe oxigênio. Naquele dia, passaram por ele cerca de 40 alpinistas, e ninguém fez nada “, – disse ele.
   Estima-se, na verdade, que passaram muito mais, pois esse numero de pessoas passou subindo e depois descendo. Desses, somente dois sherpas tentaram realmente ajudá-lo, mas sem sucesso.
   Segundo o Mountainzone.com, Sharp estava completamente sozinho, sem qualquer tipo de apoio ou até mesmo um rádio, e por isso não tinha margem de erro. Ele desmaiou enquanto ainda estava preso em uma guia  fixa usada por escaladores e leigos a apenas três metros do percurso de subida. Muitos pararam para tentar ajudá-lo ou confortá-lo, mas só depois que já tinham passado por ele em seu caminho até o cume.
   Estranhamente, Sharp morreu bem ao lado de um cadáver de alpinista indiano (possivelmente Tsewang Paljor) que morreu nas exatas mesmas condições, sob uma pedra apelidada “caverna da bota verde” o nome se deu porque o morto está ainda hoje, vestindo botas verdes.
   Foi um brasileiro, chamado Vitor Negrete que descobriu que Sharp estava morto. Vitor foi um montanhista brasileiro de grande renome, sendo um dos maiores nomes do esporte no país. Dois dias depois era Vitor que morreria no Everest, vitima do congelamento e de edema pulmonar. Ele também está lá na montanha.
   Dez dias depois de David Sharp ser largado para morrer na caverna da montanha, o australiano Lincoln Hall, 50 anos, chegou ao pico e, no percurso de volta, caiu exausto. Seus companheiros de escalada continuaram a descida e deixaram três sherpas para ajudá-lo. Após nove horas, os sherpas também desistiram de Hall e o abandonaram na neve. No dia seguinte, três montanhistas o encontraram parcialmente sem roupa e sem gorro. “Vocês devem estar surpresos de me ver aqui”, disse o australiano.
   Quem eles chamaram para socorrer o milagroso sobrevivente? Os sherpas, claro. Por rádio, os alpinistas pediram ajuda ao acampamento, de onde foi enviada uma equipe de carregadores para fazer o resgate.
   A maioria das histórias de abandono aconteceram na zona da morte, acima de 8.000 metros de altitude. A partir daí, há um sério risco de o alpinista sofrer desidratação, edema cerebral ou pulmonar e alucinações. A única maneira de se salvar é descer a pé, já que a atmosfera rala praticamente impede o resgate de helicóptero.
   Hannelore Schmatz é um morto bem típico no Everest. Em 02 de outubro de 1979, depois de uma subida bem sucedida, e por razões pouco claras, ela morreu de exaustão a apenas 100 metros de alcançar o abrigo do Acampamento IV. Durante anos, qualquer alpinista que tentasse a rota do sul podia ver seu corpo, sentado, encostado na mochila, e com os olhos abertos e cabelo castanho soprando no vento.
   Apesar de ser tão exposta e tão visível ao longo de uma rota de escalada bem conhecida, as operações de resgate eram praticamente suicidas na “zona da morte”. Um inspetor de polícia nepalesa e um Sherpa tentaram recuperar o corpo de Hannelore, em 1984. O resultado foi trágico. Ambos caíram para a morte. Foi graças aos ventos fortíssimos que empurrou seus corpos ao longo da borda, jogando-os no precipício.
   Uma área que sobe ao longo da rota nordeste para o cume ganhou o apelido de “Rainbow Valley”, simplesmente porque as jaquetas multicoloridas dos numerosos cadáveres espalhados na encosta lembra um arco-íris. Mesmo em condições extremas de altitudes letais, os cadáveres podem permanecer por décadas, alguns parecendo congelados no tempo e com os equipamento de escalada intactos.
   Claro que em meio aos casos de morte, estão muitos relatos de impressionantes vitórias contra todas as expectativas, como no caso do brasileiro Waldemar Niclevicz, o primeiro brasileiro a alcançar o cume do Himalaia.
21Waldemar Niclevicz no cume do Everest em 1995. Foto de M. Catão O cemitério do Everest   Curiosidades
   Sua aventura começou em 1991. Naquele ano, o alpinista recebeu um convite para subir o Everest em uma expedição organizada por franceses. O grupo não resistiu ao rigoroso outono da montanha e desistiu da escalada a umas poucas centenas de metros do cume. Quatro anos depois, Nieclevicz resolveu tentar novamente. Desta vez, teve que iniciar a subida pelo Tibete, já que uma série de restrições governamentais o impediam de seguir pelo Nepal. O aventureiro enfrentou ventos de até 160 km/h e temperaturas de cerca de 13 graus negativos. Chegou ao local às 11h22 do dia 14 de maio de 2005. Junto com ele estava o carioca Mozart Catão. A dupla ficou no topo do Everest durante 3 horas.
   Há quem pense que  os alpinistas são loucos de arriscar suas vidas apenas para subir a montanha e olhar lá de cima. Isso não deve ser verdade, pelo menos não no caso de Erik Weihenmayer, que  foi o primeiro cego a chegar ao cume do Everest. Já o mais velho a chegar lá foi Lev Sarkisov, em 1999, quando tinha 60 anos de idade Yushiro Miura, de 80 anos, que bateu o recorde em 2013.
   Embora muitos consigam, há aqueles que ficam pelo caminho. Mas a montanha nos traz ensinamentos valiosos. Nem todos sofrem da “febre do cume”. O casal brasileiro Paulo e Helena Coelho, em 1999, desistiram de chegar ao cume para salvar a vida do alpinista português João Garcia. Paulo e Helena já desistiram, do cume para ajudar pessoas morrendo lá duas vezes!
   A cada ano mais alta, impávida e castigada pelos fortes ventos, a montanha continua a tragar vidas dos corajosos aventureiros que se arriscam a desvendar seus mistérios.

Fonte : Gato Arrepiado.com

domingo, 20 de outubro de 2013

O cúmulo do assistencialismo estatal: O Bolsa Família Gay

A tentativa de ganhar votos fáceis não tem tamanho. A secretaria Nacional de Direitos Humanos do Governo Federal acaba de lançar o Plano Nacional de Cidadania e Direitos Humanos de Lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, que pasmem, promove o "Bolsa-Família Gay", o "Bolsa de Estudos Gay" e Cotas para professores Gays.

Os que antes se intitulavam perseguidos pelo preconceito, hoje não nos deixam dúvidas, são vorazes destruidores de famílias e sedentos pelo Poder e pela dinheiro público.

DEUS, SALVE NOSSAS CRIANÇAS.



O dedo do gigante

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Valmir Fonseca
Não se sabe de onde, nem como, surgiu no cenário sócio - comuna nativo uma exacerbada preocupação com o direito “dos outros”.

A preocupação com os “outros”, em especial os desvalidos, miseráveis, doentes, é um sentimento mundial, não é de direita, muito menos de esquerda, embora a esquerda escandalosa se julgue no direito de, apenas ela, ter alguma preocupação com o gênero humano.

Na sua insana obsessão, acoita bandidos de menor idade, os negros, os minoritários, os indígenas e doentes irreversíveis como se eles fossem tratados pelos demais brasileiros como a ultima roda da carroça.

O mesmo pensamento esquizofrênico é transportado para os adeptos do mesmo sexo, masculino ou feminino. Para os quilombolas, os sem terra, os sem teto, etc.

Graças ao seu discurso de que a direita está se lixando para os prejudicados, a piedosa esquerda chega ao desplante de esquecer - se das vitimas para louvar os criminosos.

Se o facínora é menor de idade (“di menor”), a esquerda justiceira é propensa a arrumar alguma bolsa para premiar o jovem bandido.

Na sua desesperada ânsia de postar - se ao lado dos direitos, mesmo ao lado dos mais desclassificados, elevou à mais alta apoteose a tese de que os outros têm deveres, mas os marginais e os criminosos, não.

De acordo com os radicais adeptos do comunismo nativo, a sociedade é culpada pelos crimes dos “outros”, daí a criação de uma esperta Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República, para diariamente levantar as ações praticadas contra os pobres e incompreendidos criminosos.

Este é mais um “filhote” da cruel dicotomia que o desgoverno tem patrocinado.

O pobre bandido versus a sociedade maldita.

Um nome surgiu, para trefegamente e sem despudor chefiar a aludida Secretaria, a Maria do Rosário, conhecida por vociferar contra as instituições militares, objetivando atingir os agentes da repressão e louvar os inocentes criminosos, inclusive os terroristas.

As instituições militares relembram da placa que foi inaugurada na AMAN, graças às manobras da Secretária e à complacência das autoridades militares.

Os mais inteligentes poderão elencar uma série infindável de ataques gratuitos e atitudes abomináveis da “prima dona”; citaremos apenas a revisão da Lei da Anistia, por julgarmos que a dama pode ser reconhecida pelos incansáveis dissabores que tem provocado e pelo seu sepulcral silêncio quando o criminoso trucida a sua vitima.

Os nativos, em geral alienados, é provável que não conheçam a Secretária, mas dizem que “pelo dedo se conhece o gigante”.

Circula na internet que a Secretária chorou pelo bandido que foi morto pelo policial em ação correta, mas tendo em vista a sua repercussão negativa, a Ministra declarou “o policial agiu dentro da lei”.

Quem não a conhecia, agora pode afirmar que a conhece, pois pelo dedo choroso da gigante, se verdadeiro, pode avaliar quem é, e a dimensão da mirabolante Secretária.

Sim, viva o direito dos subversivos, dos terroristas, dos criminosos, dos bandidos, nobres seres humanos, que de acordo com aquela autoridade temos o dever de perdoar, gratificar e honrar.


Valmir Fonseca Azevedo Pereira, Presidente do Ternuma, é General de Brigada Reformado.

Orgia maçônica regada a drogas é flagrada pela polícia


Em Michigan, no EUA, uma loja maçônica local tornou-se um refúgio para drogas e sexo, segundo a polícia da cidade. Os policiais receberam chamadas convocando-os para a Loja Maçônica em Battle Creek, Michigan, as 2h15 de domingo (1/9/2013), onde supostamente estaria havendo uma briga. O que eles descobriram os chocaram: cinco mulheres nuas dançando sobre o palco, um casal fazendo sexo, e vários aspirantes a cineastas com as câmeras na ação. De acordo com a WWMT-TV, filial da CBS, a Loja Maçônica já teve este tipo de atividade antes, embora os maçons de Battle Creek negam ter qualquer envolvimento.

O Canal WWMT relata:



Fontes nos disseram que o primeiro oficial a caminhar para dentro, ficou chocado ao encontrar um par realizando um ato sexual lascivo, juntamente com drogas, várias mulheres nuas e homens gravando em vídeo tudo por trás dessas portas fechadas.
Policiais fizeram "várias detenções", embora os relatos sobre a história não deixam claro, se houveram e quais seriam as acusações apresentadas contra os participantes da festa.
O Battle Creek Enquirer relata que os policiais disseram às cinco mulheres que estariam dançando nuas em um palco para se vestirem e sairem.
Um porta-voz do templo maçon disse ao WWMT que um grupo de fora pagou $900 para hospedar um "baile" no templo naquela noite.
The Atlantic Wire relata que não está claro quais tipos de drogas foram encontradas no templo.

Os maçons disseram ter verificado a festa ao redor da 1:00 da madrugada no domingo e não encontraram nada suspeito.

No entanto, quando os policiais chegaram um pouco mais de uma hora depois, eles encontraram uma grande orgia, disseram as fontes policiais ao WWMT.


Veja o vídeo da notícia abaixo:
 

Fontes:
- WWMT Channel 3: BC police make bizarre bust at Masonic Temple
- News Hour 24: Michigan Masonic Lodge Hosts Drug-Fueled Sex Party
- Atlantic Wire: Wild Sex Party Busted at a Michigan Masonic Temple
- Battle Creek Enquire: Police & Fire: Nude dancers sent home from downtown party
- Daily Mail: Police break up 'drug-fueled orgy' at Masonic Lodge after finding women dancing naked on stage and men filming sex acts
- Huffington Post: Sex Party Broken Up At Masonic Temple In Michigan: Cops

Gurgel Motores e a Conspiração automobilística Internacional


João Augusto Conrado do Amaral Gurgel, que em 1969 montou a fábrica da GURGEL, com a proposta de produzir veículos 100% nacionais. Era um homem visionário, o qual sonhou que poderia rivalizar com grandes montadores, acreditou em nosso país e em nossos governantes, investindo tudo que tinha no seu sonho.

Infelizmente João Gurgel havia nascido no país errado.


Muito a frente de seu tempo, ele produziu veículos compactos, de fibra de vidro, que faziam 25 km/litro, veículos elétricos, e isso em 1980, baratos em comparação com os estrangeiros, hoje algo em torno de R$ 12.000,00. Era crítico do programa Pró Álcool, pois na sua concepção as imensas fazendas produtoras de cana de açucar deveriam produzir alimentos para o povo e não combustível para carros, por isso era adepto do carro elétrico, entretanto seu maior erro foi acreditar nas autoridades e governo brasileiro.

O povo já tem o péssimo hábito de depreciar o produto nacional, por isso ser empreendedor no Brasil é algo extremamente difícil, pois aqui além da burocracia excessiva, alta carga tributária, corrupção e muito lobby a favor das grandes multinacionais, ainda mais na área automobilística, onde há um verdadeiro cartel (grupinho fechado de montadoras que assemelham seus preços), por isso que tomando como exemplo, Pálio, Gol, Fiesta, Corsa, são todos nas mesmas faixas de preços, e isso vai dos carros “populares” aos mais caros.

Por esse lobby também há uma super taxa dos concorrentes importados, coisa de 70%, o que não seria um absurdo se o carro aqui no Brasil fosse um preço razoável, mas não. Aqui se compra o carro mais caro do mundo, sendo um verdadeiro paraíso para as grandes montadoras, pois aqui elas estipulam os preços que querem, fazendo lucros abusivos sobre os valores dos carros.

Retornando a Gurgel, seus carros faziam sucesso ainda moderado, mas era só o começo e em pouco tempo aumentaram a produção dos veículos.


Com o sucesso, Gurgel quis alçar objetivos mais altos, tomando altos empréstimos para isso, assinou um termo de intenções com o então governador Fleury SP e o governador Ciro Gomes CE, imaginando que os governos apoiariam o produto nacional, entretando, curiosamente negaram o prometido aporte financeiro ao empreendimento nacional, na mesma época surge o famigerado Plano Collor, confisco de poupanças, greves portuárias, tudo parecia tramar contra Gurgel e seu sonho.

O governo ao invés de favorecer o nacional, reduz o IPI para carros com menos de 1000 cc, surgem assim concorrentes de peso, o Fiat Uno Mille e Gol 1000.

Sem o apoio do governo, a Gurgel pediu concordata em junho de 1993.

Em uma última tentativa de salvar a fábrica, em 1994, foi feito um pedido ao governo federal para um financiamento de US$ 20 milhões à empresa, mas este foi negado, inacreditavelmente o então presidente Itamar Franco, preferiu apoiar o retorno do Fusca, pois queria um veículo “popular” e “barato” para a população em geral, ao invés de investir nos carros da Gurgel, dando golpe de misericórdia no empresário, assim a fábrica foi declarada falida em 1994.


O boicote feito contra a Gurgel Motores, é algo muito claro, ele foi vítima da conspiração e da pressão do cartel estrangeiro aqui atuante, em conluio com certos governantes acovardados e entreguistas que, na ‘hora H’, negaram o prometido aporte financeiro ao empreendimento nacional, e também a omissão da grande imprensa e de seus formadores de opinião, bem como o arraigado preconceito da nossa gente com produtos que não sejam estrangeiros, acabando assim com um sonho de um visionário, que devido aos fatos narrados, abatido pela dura realidade de nosso país, veio a adoecer, sofrendo do mal de Alzheimer havia oito anos, morreu 2009, aos 82 anos, praticamente caiu junto com sua empresa.

No final das contas, vemos hoje em dia os resultados de um plano maquiavélico, acordado entre o governo da época e os grandes empresários da indústria automobilística estrangeira para sanar qualquer crescimento da indústria nacional de carros.

Se pararmos para pensar que não só os preços dos automóveis seriam bem menores no Brasil, mas que também estaríamos a quase 20 anos evitando a queima de combustíveis fósseis, podemos concluir que o governo não somente criou um problema financeiro com o caso, mas também colhe hoje em dia o resultado da falta de consideração com o meio ambiente.

"Você leitor, acredita que se o governo tivesse investido na industria automobilística nacional e em planos de veículos movidos a energia elétrica ao invés de combustão, hoje, a realidade do Brasil seria outra?"
Fonte : Revellati online

O que os Bancos e os Políticos não querem que você saiba


O Que os Bancos e os Políticos não lhe dizem.

“Alguns dos mais importantes homens da indústria e do comércio estão com medo de algo. Eles sabem da existência de um poder tão vasto e onipresente que não ousam critica-lo em voz alta.” Woodrow Wilson, ex-presidente dos EUA

Quem você pensa que são “estes” a quem o senhor Woodrow Wilson, se reporta quando faz a declaração acima?

Uma dica: descubra quem é este senhor que disse isto:

“Se me deixarem cunhar e controlar o dinheiro de uma nação. Não me importarei com quem faz as leis!” Mayer Rotschild, banqueiro. E já agora, investigue também tudo acerca da família Rockefeller"

Como você se sentiria se soubesse que o “seu banco” (onde tem guardado o seu dinheiro), tem apenas o equivalente a uns 10 % do valor que emprestou a todos os seus clientes.

E se soubesse que o dinheiro que você pediu emprestado a um banco, não foi ele que lho emprestou. Antes foi a sua dívida que o fez criar o dinheiro suficiente para cobrir o seu empréstimo e ainda realizar outros empréstimos derivados desse mesmo dinheiro.

"O que equivale dizer que o banco que (NÃO) lhe emprestou dinheiro, está usando a sua dívida para ganhar mais dinheiro a sua custa? Ou seja, os bancos precisam tanto das nossas dívidas como nós do dinheiro (que não é) deles!"

Você já se perguntou porque existem tantos filmes que são autênticos êxitos do cinema acerca do fim do mundo? Eu digo-lhe! É para desacreditar essa mesma futura realidade! E o que dizer dos filmes acerca das “teorias da conspiração”? É para faze-las parecerem ficção. Simples invenções da mente humana comum! Mas não é isso que me quero centrar agora.

Já pensou porque não existe filmes (que sejam sucessos de bilheteira) acerca de economia ou teoria monetária? Ou acerca da origem e ação dos grandes bancos públicos e privados. Como a Reserva Federal dos EUA, ou o FMI?

Não é porque o argumento de um filme baseado nas engenharias financeiras dos grandes bancos privados não fosse um thriller suficientemente atrativo para originar um êxito de bilheteira!

É pela mesma razão que investem tanto dinheiro em fazer as duas primeiras classes de filmes. Por interesse de uma mão cheia de “iluminados” e donos dos maiores bancos privados do mundo.

Pois se os primeiros (tipos de filmes) convêm que apareçam para o público achar que é apenas “efeitos especiais de Hollywood”. Já a terceiro, não tem muito interesse. Pois iria levantar muito pó e ficar a descoberto muita sacanagem e porcaria.

E como é essa mão cheia de “iluminados” que dão “luz” ao mundo da 7ª arte. Os profissionais da mesma, percebem que mais vale ficarem quietos, para não se queimarem debaixo dos holofotes da censura.

Saiba porquê desse medo vendo o vídeo!

O Dinheiro Como Dívida – parte 1 de 5
 

Fonte: A verdade da mentira