TEXTO

“Surgirão muitos falsos profetas, que enganarão a
muitos; e, por causa do aumento do que é contra a lei,
o amor da maioria esfriará.”

Mateus 24:11, 12
Amauri Jr - dono e administrador do Blog

domingo, 19 de abril de 2015

ESSA FOI DEMAIS: CLÉRIGO MUÇULMANO AUTORIZA OS HOMENS A COMEREM SUAS ESPOSAS - LITERALMENTE


Homens na Arábia Saudita têm direito a "comer as esposas se eles estiverem em situação de fome extrema". Esta foi a decisão comunicada pelo maior líder religioso do país, que amiúde prega a destruição das igrejas cristãs.

O xeque Abdul Aziz al-Sheikh emitiu nesta semana uma fatwa [pronunciamento legal emitido por um especialista em lei religiosa islâmica], garantindo aos sauditas que se encontrem sob risco de morte pela falta de alimento, o direito de matar e comer suas esposas:

http://www.alalam.ir/news/1693145
http://www.ibtimes.co.uk/saudi-grand-mufti-issues-fatwa-per…

Mulheres têm direitos civis bastante limitados na Arábia Saudita. Entre outros vetos, elas não podem viajar nem abrir conta bancária sem autorização do marido, e não têm permissão para dirigir. A Arábia Saudita é o único país do mundo onde as mulheres são oficialmente proibidas de dirigir. Se infringirem, elas são presas e o carro é confiscado. Além disso, até 2011 mulheres não votavam e não podiam se candidatar a cargos públicos.

Segundo o xeque que a emitiu, a fatwa em questão representa “a prova do sacrifício das mulheres, da obediência delas ao marido e do desejo de que os dois se tornem um".

“QUE DOIS SE TORNEM UM” ??

Mas este é um conceito de origem cristã, baseado na reciprocidade do relacionamento marido-mulher (Mateus 19). Quando Yeshua falou pela primeira vez aos discípulos sobre o conceito de igualdade entre o homem e a mulher no casamento, ele soou tão absurdo para aquelas mentes imersas nos valores de uma sociedade patriarcal, que eles concluíram:
“Se esta é a situação entre o homem e sua mulher, é melhor não casar.” (Mt 19:10)

A igualdade de condição e a reciprocidade de funções no relacionamento entre homem e mulher não existia em nenhuma cultura da Antiguidade, nem mesmo na filosofia grega, tão avançada para a época. Produziu tão revolução conceitual, que ainda hoje não foi compreendido na totalidade
O fato de um líder muçulmano usar um argumento do Evangelho cristão, para justificar uma prática de barbárie que fere todos os princípios da civilização humana, é apenas uma amostra de como o Islã consegue deturpar totalmente as Escrituras, nas quais o Alcorão alega se basear.

A SITUAÇÃO DA MULHER SOB O ISLÃ

Se é verdade que os dois cônjuges se pertencem ao ponto do marido poder devorar a mulher em caso de fome, será que a mulher também poderia comer seu marido na mesma situação?
Já se diz que uma imagem vale mais que mil palavras. Siga as imagens:

>> Lei Sharia para as mulheres muçulmanas:
https://www.youtube.com/watch?v=V5lt56FjQrY
>> Apedrejamento:
https://www.youtube.com/watch?v=XFFA6SRgHAk
>> Fuzilamento:
https://www.youtube.com/watch?v=RXupId4fZC4
>> Desfiguração por ácido:
https://www.youtube.com/watch?v=EJ4eKdokT8k
>> Morte por ácido:
https://www.youtube.com/watch?v=OyWr6usaKZ4
>> Assassinatos de “honra”:
https://www.youtube.com/watch?v=QExWL3idqUE
>> Pedofilia:
https://www.youtube.com/watch?v=M8k1lxPUOkQ
>> Submissão à família do marido:
https://www.youtube.com/watch?v=hh0U6JCfwmE
>> Escravidão sexual:
https://www.youtube.com/watch?v=A4cFmJzEe2U
>> Açoitamento:
https://www.youtube.com/watch?v=xuKqgvUCtGw
>> Prisão e tortura:
https://www.youtube.com/watch?v=D2xVnHJpYos
>> Estupro:
https://www.youtube.com/watch?v=HYMJmnvrjcs

SEQUESTRO DE CONSCIÊNCIAS

O pronunciamento do xeque Abdul Aziz al-Sheikh tem poder de lei num país regido pela Sharia, e representa, portanto, uma grande influência sobre o comportamento da população. Não se trata de terrorismo, esta é a realidade cotidiana do Islã. Um cidadão sob um regime totalitário penal torna-se uma criança; a propaganda oficial torna-se para ele a realidade, a única realidade que ele conhece. É até mesmo mais eficaz do que o terror.

É pensando nesse efeito, da infantilização da pessoa que vive sob um regime totalitário, ameaçador e cruel, sob a égide de uma religião que se infiltra nos meandros da mente, que a gente pode desculpar as multidões que participam das penalizações públicas promovidas pela Sharia, e vibram com as decapitações e apedrejamentos. Eles não têm culpa, não sabem o que fazem, foram induzidos por uma máquina de propaganda e engenharia social que os engoliu. Oferecer resistência racional numa situação como esta significaria arriscar a própria sobrevivência, física e psicológica.

Assim, a pessoa inserida numa realidade como esta tem como única opção se render à opinião geral, endossar e participar dos valores perversos propagados na cultura. Só existe mesmo uma forma de tocar particularmente algumas destas almas e acordá-las para o grande engano em que estão submersas: através de um milagre dos céus. Por isto, precisamos orar e pedir aos céus este milagre.

“O ESPÍRITO DO SOBERANO, O SENHOR,ESTÁ SOBRE MIM, PORQUE O SENHOR UNGIU-ME PARA LEVAR BOAS NOTÍCIAS AOS POBRES. ENVIOU-ME PARA CUIDAR DOS QUE ESTÃO COM O CORAÇÃO QUEBRANTADO, ANUNCIAR LIBERDADE AOS CATIVOS E LIBERTAÇÃO DAS TREVAS AOS PRISIONEIROS.” (Isaías 61:1; Lucas 4:18)

Via: https://www.facebook.com/pages/EM-PAUTA/984070811608475

O MARTELO, A FOICE E O CRESCENTE


Contra fatos, não há argumentos...

Um dos piores erros já cometido pela KGB, a agência de segurança Soviética, foi punir um de seus agentes, Vasili Mitrokhin, por uma observação crítica sobre o regime em 1972, rebaixando-o para arquivista. Nessa posição, Mitrokhin copiou grande número de documentos e os escondeu em sua casa de campo. Como a União Soviética estava desmoronando, ele ofereceu o esconderijo para os britânicos em troca de resgate e asilo para sua família, os quais obteve.

Em cooperação com Christopher Andrew, um proeminente historiador da inteligência da Grã-Bretanha, Mitrokhin escreveu “The Sword and the Shield” (a espada e o escudo), a história da espionagem soviética contra o Ocidente. É talvez o melhor livro de todos os tempos sobre o assunto. Para encerrar, o livro descreve a sequela esperada, em que o autor lida com a KGB e o Oriente Médio, e não decepciona. O livro oferece dramáticos novos detalhes, com o tipo de dado que às vezes muda a nossa visão da história de cada parte do mundo, mostrando como a influência e espionagem soviética foi penetrante durante a Guerra Fria.

Especialmente interessantes são as 120 páginas que tratam do Oriente Médio e as 34 páginas sobre o Afeganistão e o Islamismo na URSS. A URSS via o Oriente Médio como seu "quintal", e dedicou um grande esforço final para ganhar influência por lá. Basta lembrar que, há não muito tempo, Egito, Iraque, Síria e Iêmen do Sul estavam cheios de conselheiros, dinheiro e armas soviéticos.

A grande esperança Soviética no Oriente Médio era sua relação com o presidente egípcio Gamal Abdel Nasser. Além dos soviéticos lerem os códigos egípcios, conseguiram quebrar a maioria dos senhas dos árabes, através de criptografia ou assaltos a suas embaixadas em Moscou, tarefa para a qual foram recrutados agentes-chaves, incluindo Sami Sharaf, assessor-chefe da inteligência de Nasser. Em 1958, durante a visita de Nasser a Moscou (onde o KGB, e não o ministério das Relações Exteriores soviético, o recepcionou), ele foi eficientemente lisonjeado. Durante uma apresentação do Lago dos Cisnes, por exemplo, o primeiro-ministro soviético Nikita Khrushchev disse a Nasser que o cisne negro representava o secretário de Estado John Foster Dulles.

Moscou apoiou o regime de Nasser de todas as formas. O agente soviético que posteriormente foi jornalista, Kim Philby, explicou a seus leitores britânicos que Nasser tinha transformado o Egito em uma "democracia socialista cooperativa". Os soviéticos, que erradamente avaliaram a força do exército egípcio, foram tomados de surpresa com a tão grande vitória de Israel, em 1967, que os expôs à raiva dos árabes pelo frustrado investimento nas armas de produção soviética, os obrigou a uma admiração relutante por Israel, e a uma revisão total em sua inteligência para a região.

Logo após a guerra, Nasser diminuiu sensivelmente as concessões aos soviéticos, e seu sucessor, Anwar Sadat, logo se voltou para os Estados Unidos. Embora os soviéticos tenham efetivamente espionado suas comunicações secretas com os norte-americanos, o que convenceu os egípcios a não apoiarem ativamente Moscou foi a possibilidade deste tramar um golpe contra Sadat. Entretanto, a KGB limitou-se à falsificação de documentos para persuadir Sadat de que os americanos o estavam enganando, e retratando o líder do Egito, nos meios de comunicação árabes não egípcios, como o joguete dos banqueiros judeus, um agente da CIA, um desviante sexual, um viciado em drogas, e um doente mental. Sadat ficou tão furioso que alguns funcionários da KGB sugeriram seu assassinato. Moscou nunca esteve diretamente envolvido em tal esforço, mas sabia que seus contatos da inteligência síria e da Organização pela Libertação da Palestina o estavam planejando, como realmente executaram em 1981.

No Irã, os soviéticos, com pouca influência depois do golpe pró-xá de 1953, desviaram o foco em minar as relações EUA-Irã. As falsificações de documentos, fingindo que os EUA estavam ridicularizando ou planejando derrubar o xá, chegaram às vezes até a enganar o monarca iraniano. Planos elaborados foram feitos para sabotagem dentro do Irã, mas a deserção de um oficial chave da KGB envolvido nestes esquemas assegurou o seu cancelamento. Os soviéticos esperavam que a revolução iraniana iria imprimir uma direção de esquerda ao governo, mas avaliaram erradamente, pois o xá demonstrou ser forte demais para ser derrubado e, como outros, dissolveu qualquer possibilidade de uma revolução islâmica.

Embora os soviéticos não tivessem muitos recursos de inteligência investidos no Irã, eles insistiam nos esforços de desinformação por lá, alimentando-os com documentos forjados através de Yasser Arafat, sobre planos conjuntos dos americanos e israelenses para derrubar ou assassinar Khomeini. Em uma ocasião, um ministro iraniano anti-soviético das Relações Exteriores foi demitido juntamente com outros setenta, em grande parte como resultado da falsificação de golpes, cozinhados pelo KGB. Mas quando um oficial da inteligência soviética em Teerã desertou para o Ocidente, a CIA passou informações a Teerã, permitindo-lhe expulsar espiões soviéticos e prender 200 comunistas secretos sob a acusação de espionagem a favor de Moscou.

Especialmente interessante é a discussão das relações soviéticas com Saddam Hussein, cujo culto a Stalin era bem conhecido em Moscou. A KGB organizou viagens secretas especiais para Saddam, convidado para a casa do ditador soviético. Mas Saddam partilhava com Stalin uma desconfiança permanente de todos, incluindo dos soviéticos; ele também desconfiava dos comunistas iraquianos, muitos dos quais ele executou. Em 1982, no entanto, a guerra Irã-Iraque empurrou Saddam e os soviéticos a se unirem na tentativa de garantir que o Irã não vencesse. Os soviéticos forneceram mísseis Scud, que o Iraque disparou contraas cidades iranianas. Entretanto, Moscou ofereceu resistência à invasão do Kuwait por Saddam em 1990. Os especialistas militares soviéticos lhe mostraram fotos de satélite indicando com precisão como os Estados Unidos iriam atacá-lo no chão. Saddam viu o material como uma tentativa falsa de intimidá-lo e ignorou o aviso.

A ditadura árabe favorita do KGB foi a Síria, onde floresceu tanto a cooperação como a infiltração de agentes para postos-chaves. Ainda mais próximo ideologicamente, embora não culturalmente, foi o Iêmen do Sul: "Desejaríamos poder provar", disse o embaixador soviético a esse país, "que um pequeno e subdesenvolvido país árabe poderia avançar rapidamente em direção ao futuro brilhante se estivesse armado com os slogans do socialismo científico". Não colou.

Os soviéticos também estiveram profundamente envolvidos no apoio à Organização pela Libertação da Palestina (OLP) e com o terrorismo, embora o medo da descoberta os fez delegar muitas dessas atividades para os estados europeus via satélites, ou através de regimes árabes. Uma das revelações mais importantes do livro é que Wadi Haddad, vice-líder da Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP), até sua morte natural em 1978 foi um agente soviético. A filosofia de Haddad foi resumida em sua declaração: "Matar um judeu fora do campo de batalha tem mais efeito do que matar centenas de judeus no campo de batalha." Os soviéticos também falsificaram a origem de todas as armas enviadas à FPLP, como fabricadas em outros países, para ocultar o seu fornecedor. Uma série de operações da FPLP, incluindo sequestros e assassinatos de cidadãos norte-americanos, bem como os ataques a Israel, foram especificamente e previamente aprovados pelos líderes soviéticos. A KGB recebia um aviso prévio de todos os principais ataques terroristas da FPLP.

Outra revelação de grande importância foi a identidade do agente mais importante da KGB na OLP, Hani al-Hasan, um confidente de Yasser Arafat durante quatro décadas e que, no momento da morte de Arafat em 2004, era seu conselheiro de segurança nacional. Seu nome de código era GIDAR. Moscou estava desconfiado de Arafat por várias razões, incluindo sua ideologia, sua propensão a mentir, e seus laços estreitos com a inteligência da Romênia (da qual a KGB desconfiava). Arafat se uniu com a KGB e foi impulsionado diplomaticamente pelos soviéticos, mas a baixa qualidade dos agentes iranianos apresentada pelos documentos internos da PLO - que acusava metade deles de alcoolismo, de passar dinheiro falso, e de cooperar com a inteligência através de perversões sexuais – provocou tal desilusão nos soviéticos em relação a Arafat, que o líder soviético Mikhail Gorbachev precisou perguntar a um assessor, em 1988: "Qual é o assunto da minha reunião com ele?"

“The World Was Going Our Way” (o mundo estava tomando nosso caminho) oferece um relato detalhado do grande esforço desenvolvido pela KGB para colocar agentes do bloco soviético em Israel, entre os emigrantes judeus, a partir do final de 1940. Após alguns sucessos iniciais, parece que o regime soviético estava tão repleto de antissemitismo (o que é repetidamente revelado nos relatórios internos) e da ideologia, que ele simplesmente nunca poderia entender o que Israel estava prestes a ralizar.

Em 1953, todos os judeus tinham sido expurgados da URSS, e quarenta anos depois, a proibição ainda valia. O Desprezo Soviético por Israel foi fundamental nas falhas de inteligência da KGB, como a previsão de que Israel nunca seria capaz de derrotar os exércitos árabes. Especialmente irônico é o fato de que muitos judeus que emigraram se comprometeram a atuar como agentes soviéticos, talvez para obter saída, e em seguida, nas palavras de um oficial do KGB: "esqueceram suas promessas assim que cruzaram a fronteira soviética".

A principal função das políticas da KGB era a sua obsessão com a "subversão sionista", tão extrema que os autores escrevem que "chegou perto, e às vezes sem dúvida cruzou, o limiar do delírio paranoico". A conferência da KGB de 1982 concluiu que todos os problemas do bloco soviético eram rastreáveis aos sionistas. Só se pode concluir que a campanha soviética global contra Israel, os judeus, e o sionismo tem uma notável semelhança com o pensamento e comportamento da polícia secreta czarista [não custa lembrar que foi essa polícia que alegou ter “encontrado” o documento forjado “Protocolos dos Sábios de Sião”, do qual até hoje não se comprovou a origem] ou até mesmo, às vezes, com os tipos de análises prevalentes em lugares como a Arábia Saudita e o Irã.

No final, é claro, os esforços soviéticos redundaram em fracasso. Ele apoiou o lado perdedor, não conseguiu convencer os ditadores regionais sobre a sua demanda, e enfrentou um ambiente hostil à sua ideologia. No entanto, os esforços da KGB conseguiram, de uma forma geral e não devidamente avaliada até hoje, que muitas de suas reivindicações falsificadas e argumentos contra os Estados Unidos e Israel se tornassem amplamente aceitos, não apenas no mundo árabe, mas até mesmo em muitos meios de comunicação ocidentais e círculos intelectuais. O poder das ideologias radicais, a suspeita generalizada do Ocidente, e o ódio geral à América e a Israel no Oriente Médio hoje, é a vingança póstuma da União Soviética.

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Barry Rubin é diretor do Global Research in International Affairs (GLORIA) Center of the Interdisciplinary University em Israel e editor do Middle East Review of International Affairs (MERIA) Journal. Seu livro mais recente é The Long War for Freedom: The Arab Struggle for Democracy in the Middle East (Wiley).


Fonte:

http://www.meforum.org/973/the-world-was-going-our-way e A Pauta

LANÇADO O EXÉRCITO DO ANTICRISTO: A “BRIGADA DO ESPERADO”

Abaixo está o logotipo da liwa al-muntaẓar (“A brigada do esperado“ - uma referência ao 12º Imã xiita, ou Imã Mahdi). Observe o 12 º Imã montado num cavalo branco, enquanto carrega a bandeira do Islã e a espada da Jihad. Observe também a terra como cenário global, sugerindo o Califado islâmico, ou o governo do 12 º Imã.


Sua bandeira apresenta os retratos do Aiatolá Sistani do Iraque, à esquerda, e o líder supremo do Irã, Aatollah khamenei, à direita, ilustrando as ligações do Iraque com o Irã. O Iraque e o Irã estão trabalhando duro, juntos, para trazer o 12 º Imã Mahdi, tal como está representado na cena.


Se você perceber o simbolismo do Apocalipse 13 corretamente, você verá que a besta é um império geopolítico formado da aliança entre os três primeiros impérios de Daniel 7, representados pelo leopardo, o leão e o urso.

O leão representa o Império Babilônico, cuja capital é a cidade da Babilônia no moderno Iraque. O urso representa o Império Medo-Persa, cuja capital é a cidade de Susã, no moderno Irã. O leopardo selêucida representa a divisão do Império Grego, cuja capital política era localizada na antiga Antioquia, na Síria.

O simbolismo do Apocalipse 13 se refere a uma futura aliança geopolítica entre os três antigos impérios nos últimos dias, que serão regidos pela segunda fera que tem dois chifres como um cordeiro, também chamada de "falso profeta" em Apocalipse 16: 19.

E o 12 º Imã da escatologia xiita parece ser o mesmo falso profeta da escatologia bíblica, que exerce autoridade política, religiosa e militar. O 12 º Imã também será um líder religioso, político e militar.

Via: The Coming Bible Prophecy Reformation e https://www.facebook.com/pages/EM-PAUTA/984070811608475

LEI MARCIAL: SOLDADOS AMERICANOS FAZEM SIMULAÇÃO PARA MANDAR CIDADÃOS AOS CAMPOS DA FEMA

Special Ops Veteranos Grupos lançaram Operação 'Counter Jade Helm'

Um vídeo gravado durante exercícios de preparação de guardas nacional e agentes agentes de segurança ante a hipotética explosão de uma bomba radioativa foi filtrada. No entanto, no vídeo da simulação o que chama a atenção é a confrontação de soldados com civis.

Um polêmico vídeo obtido pelo site Infowars mostra soldados norte-americanos atuando contra as pessoas que fingem ser os cidadãos americanos.

No vídeo você pode ver como as pessoas de vestidas como civis enfrentam a gritos a Guarda Nacional dos Estados Unidos, que alinha e começa a assediá-los, gritando e ameaçando-os com cassetetes.

A cena sugere que o vídeo reflete um cenário de treinamento em controle de multidões, diz o portal. Na segunda parte do vídeo mostra soldados que cercam duas supostas vítimas civis.



Os vídeos foram gravados por um participante no exercício da Guarda Nacional da Califórnia, chamada "bomba suja", onde mais de 200 soldados, aviadores, a polícia e os bombeiros foram treinados. O objetivo do exercício era preparar os agentes para agir em caso de explodir uma bomba suja, ou seja, um explosivo com material radioativo, de acordo com a NBC. Infowars alega que exercícios como este visam preparar a sociedade americana para a eventual aplicação da lei marcial ou uma emergência nacional.

Tradução: Últimos Acontecimentos.

Via: Infowars e RT

CONTAMINAÇÃO MORTAL: JAPÃO ESTUDA EVAPORAR OU ARMAZENAR NO SUBSOLO ÁGUA RADIOATIVA DE FUKUSHIMA


O Japão estuda a opção de evaporar ou armazenar no subsolo a água radioativa da usina de Fukushima em vez de jogá-la no Oceano Pacífico, confirmou nesta quinta-feira (9) à Agência Efeuma fonte da Tokyo Electric Power (Tepco).

O comitê do governo japonês que supervisiona o desmantelamento da usina nuclear atingida pelo terremoto e tsunami de março de 2011 contempla a possibilidade por causa da dificuldade para obter sinal verde dos pescadores da região para realizar os chamados "vazamentos controlados" de água contaminada.

Para reduzir o acúmulo de água radioativa na usina, a Tepco realizou várias operações deste tipo, nas quais o líquido é processado para eliminar todos os materiais nucleares, exceto o tritio, um isótopo de baixa intensidade.

No entanto, o último vazamento acidental de água altamente radioativa, divulgada em fevereiro deste ano, complicou as negociações com os pescadores. O incidente teria ocorrido por causa de uma grave negligência dos técnicos da Tepco.

Por isso, o comitê estuda a evaporação da água, apesar de alguns especialistas alertarem sobre a dificuldade realizar a operação com quantidades tão grandes de líquido. A outra opção é mantê-lo em algum tipo de armazém subterrâneo.

Transferir as centenas de toneladas de água poluída é um dos principais desafios para desmantelar a usina, um trabalho que levará entre três e quatro décadas.

Via: http://info.abril.com.br/

segunda-feira, 13 de abril de 2015

JAPÃO LEVARÁ 200 ANOS PARA SOLUCIONAR O PROBLEMA DE FUKUSHIMA


O chefe da usina nuclear de Fukushima, Akira Ono, admitiu publicamente que a tecnologia necessária para realizar o desmantelamento dos três reatores danificados da central japonesa, ainda não existe atualmente e que não sabe quando será desenvolvida.

Em um claro lembrete do desafio que enfrentam as autoridades japonesas, Akira Ono admitiu que o objetivo declarado de encerrar a central em 2051 pode ser impossível se não ocorrer um enorme salto tecnológico.

"Há muitas incertezas. Temos que desenvolver muitas, muitas tecnologias. Não dispomos de informação precisa sobre como remover os detritos, nem sobre o estado dos reatores, nem dispomos de uma tecnologia viável."

Depois de 4 anos, a radiação dentro das estruturas danificadas continua sendo muito elevada para que os humanos possam acessá-las.

Isto tem dificultado imensamente os esforços para limpar o local. Os especialistas tem estimado que o processo levará três décadas, mas o progresso até a data tem sido lento. A TEPCO confirmou as suspeitas de que quase todo o combustível do reator 1 da usina se derreteu e já caiu no recipiente de contenção.

Dois reatores parecem ter experimentado um destino semelhante.

Mas fiquem tranquilos, a energia nuclear é limpa, maravilhosa e super segura...

http://www.anovaordemmundial.com

DILMA LANÇA “PACTO POR DIREITOS HUMANOS NA INTERNET”. PRETEXTO PARA CENSURA E PERSEGUIÇÃO DE PATRULHAS VIRTUAIS?


Sem dúvidas esta medida, que apresenta em sua propaganda, uma boa finalidade, na verdade abrirá precedentes para a ação de patrulheiros esquerdistas (guerrilheiros virtuais pagos pelo PT) para perseguir opositores e críticos à ideologia marxista, conservadores, e principalmente cristãos que pregam contra o comportamento homossexual, o aborto e demais ideologias anticristãs que visam a destruição da família.

Como todo governo marxista, o PT usará um mecanismo dito como "em prol da liberdade de expressão" e "defesa contra a discriminação", para instituir a censura, o controle, e o monitoramento ideológico.

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Medida prevê a criação de uma ouvidoria online e o lançamento do site Humaniza Redes, que irá receber denúncias de atos como racismo, homofobia, pornografia infantil e outros crimes cibernéticos

A presidenta Dilma Rousseff participou, nesta terça-feira (7), do lançamento do Pacto pelo Enfrentamento às Violações de Direitos Humanos na Internet. O conjunto de medidas busca criar um ambiente virtual mais seguro e livre de ações discriminatórias. Para isso, foi implantada uma ouvidoria online, além do site "Humaniza Redes", que irá receber e encaminhar denúncias de atos como racismo, homofobia, pornografia infantil e outros crimes cibernéticos.

Durante cerimônia no Palácio do Planalto, Dilma afirmou que é preciso intensificar o controle sobre violações de direitos humanos, mas sem prejudicar a liberdade de expressão dos usuários. “Temos a urgente tarefa de conciliar a liberdade de expressão e informação, com a garantia de direitos individuais”, apontou.

Fonte: R7 e site esquerdista revistaforum.com.br

quinta-feira, 2 de abril de 2015

EM MEIO A CRISE ENERGÉTICA, BRASIL VAI DOAR USINA À BOLÍVIA


Dá pra acreditar??? Inacreditável!

Em meio a uma crise de energia sem precedentes no país e em busca de fontes alternativas para evitar um racionamento, o governo brasileiro vai gastar R$ 60 milhões para reformar e doar uma usina térmica para a Bolívia. O Ministério de Minas e Energia está nas tratativas finais para viabilizar a negociação.

A usina térmica Rio Madeira pertence à Eletronorte, uma das empresas do grupo Eletrobras. Inaugurada em 1989, ela foi uma das responsáveis por abastecer os estados de Rondônia e Acre por 20 anos. Com potência de 90 megawatts, o empreendimento fica em Porto Velho (RO) e é capaz de fornecer energia para uma cidade de 700 mil habitantes.

Segundo uma fonte, a usina precisa passar por uma "recauchutagem geral" para entrar novamente em operação. Antes de doá-la, a Eletronorte vai converter a usina para gás natural, combustível abundante na Bolívia.

Essa reforma, com o transporte e montagem na Bolívia, custará R$ 60 milhões. O dinheiro já foi transferido pelo governo para a Eletronorte, responsável pela reforma. Uma usina térmica nova, com capacidade de 100 MW, custa hoje em torno de R$ 100 milhões.

A transação está prestes a ser concluída pela estatal e depende apenas de um sinal verde do Ministério de Minas e Energia. A doação da usina faz parte dos compromissos bilaterais assumidos entre os dois países.

A térmica Rio Madeira foi desativada em outubro de 2009, quando o Estado de Rondônia foi conectado ao Sistema Interligado Nacional (SIN) e passou a ser abastecido por hidrelétricas, que produzem energia mais barata.

Em janeiro de 2014, a fiscalização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) constatou que a usina, embora desligada, tinha condições de operar parcialmente. Seu prazo de concessão acabava apenas em 2018. No entanto, "devido ao alto custo de operação, esta dificilmente seria despachada".

Por essa razão, a Aneel declarou os bens da usina como "inservíveis à concessão de serviço público". Em 2010, cada megawatt-hora (MWh) produzido pela usina custava R$ 846,98. Atualmente, a térmica mais cara em operação no Brasil é a de Xavantes, também a movida a óleo diesel, com custo de operação de R$ 1.167 por MWh.

A conclusão da Aneel deu aval para a continuidade das negociações, que agora estão em fase final. Segundo uma fonte da Eletrobras a par do assunto, trata-se de uma "térmica de qualidade ruim", por isso o Brasil não faria questão de ficar com a planta.

Por meio de nota, o Ministério de Minas e Energia informou que o acordo teve como objetivo "promover a cooperação energética com a Bolívia". O ministério disse que a transferência de R$ 60 milhões foi autorizada por meio da Medida Provisória 625/2013.

O ministério informou ainda que os trâmites necessários para operacionalizar o acordo deveriam ser informados pela Eletronorte. Já a empresa declarou que o governo deveria se pronunciar sobre o assunto, já que se trata de uma negociação internacional.

O pedido de doaçãoente boliviano, Evo Morales, em uma reunião bilateral com Dilma Rousseff - a primeira entre os dois - dura da termelétrica foi feito diretamente pelo presidnte a primeira Cúpula da Comunidade de Estados Latino-americanos (Celac), na Venezuela, em dezembro de 2011.


No encontro, Evo explicou à presidente os problemas de energia e os apagões constantes enfrentados por seu país e pediu ajuda. Apesar de ser um dos maiores produtores de gás do mundo, a Bolívia não tem os equipamentos para transformá-lo em energia elétrica.

Dilma prometeu ceder então à Bolívia a termelétrica Rio Madeira, que estava sem uso no Brasil, mas que precisava ser reformada. O contrato seria de empréstimo por 10 anos, renováveis. Na prática, no entanto, o empréstimo se transformaria em uma doação, já que o custo de devolver a usina para o Brasil dificilmente compensaria.

A política de boa vizinhança, no entanto, tem por trás não apenas também necessidade de garantir a boa vontade dos bolivianos. Maior fornecedor de gás ao Brasil, o governo da Bolívia já aumentou duas vezes o preço do metro cúbico enviado ao país, mas garante o abastecimento de outros usinas brasileiras.

Além disso, o Brasil quer viabilizar a construção de uma hidrelétrica binacional, na divisa entre os dois países. Trata-se de um projeto antigo e discutido há anos pelos dois governos, sem ter nenhuma decisão prática até hoje.

O governo ainda terá que elaborar um memorando de entendimento para fazer a cessão formal à Bolívia, o que só deve acontecer quando a usina estiver pronta para ser enviada aos bolivianos. O ato também é enxergado como uma forma de melhorar a imagem do Brasil em La Paz, abalada desde a fuga do senador Roger Pinto Molina da embaixada brasileira, ajudado pelo diplomata Eduardo Sabóia.

A Bolívia continua sofrendo com apagões, especialmente no interior do país, para onde deve ser enviada a termelétrica do Rio Madeira.

Via: http://exame.abril.com.br/

VEXAME GOSPEL: O CIGARRO UNGIDO E A LOLÓ DE MANASSÉS

-E ai pagou o pano de Manassés?
-Paguei apóstolo.
Que tal a erva?
– Ih! Esta aqui é “da lata”santidade..
Cafunga ai meu filho!
-Agora cheira esta cola ungida aqui!
-Ih pastô, parei com o cigarro… Só quero esta cola ungida ai!
- Cai dentro ai, ai tia!
A ultima heresia do pacote de horrores da “Plenitude de Deus”é esta campanha para largar o cigarro.

Vestido de panos de saco (Para! Vou me borrar de tanto rir!) o apóstolo entrega um cigarro ungido ao viciado para que este o fume em pleno altar, dando longas baforadas. Depois, o néscio apresenta um pano da campanha ($$) de Manassés que lhe é posto na cara a fim de completar o ebó evangélico.

É aquela velha interpretação dos pontos de contato da fé, armadilha da idolatria que nos acompanha desde a idade média, quando havia quem passasse merda na cara para curar doenças espirituais… Coisa que a ICAR enterrou – não tem muito tempo, é verdade – nos seus episódios mais degradantes e os evangélicos ressuscitam.

E eu achando que os apóstolos apenas fumavam maconha estragada… Agora eles puxam a muamba nos púlpitos das igrejas. Por isto não canso nunca de repetir desde 2008, a ponto de ser copiado: Apóstolo bom é apóstolo morto.

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A Plenitude da Idiotice! Um autoproclamado apóstolo unge os cigarros acesos no púlpito de sua igreja. Até onde vai a insanidade de uma fé desprovida de conhecimento? Sinto-me envergonhado e enojado daquilo em que se tornou o evangelho. Parafraseando Richard C. Halverson, “No início, a igreja era um grupo de homens centrados no Cristo vivo. Então, a igreja chegou à Grécia e tornou-se uma filosofia. Depois, chegou à Roma e tornou-se uma instituição. Em seguida, à Europa e tornou-se uma cultura. E, finalmente, chegou à América e tornou-se um negócio.” Eu complementaria: quando chegou ao Brasil, tornou-se neste circo de horrores.

Via: http://apocalink.com.br/